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Mostrando postagens de Agosto, 2008

Florais de Bach ajudam tratar criança hiperativa, diz terapeuta

Florais de Bach não tratam doenças, mas emoções em conflito. E, a partir do equilíbrio emocional o paciente pode ter sucesso maior no tratamento de patologias, explica a terapeuta floral Maria Aparecida das Neves, educadora da Fundação Dr. Edward Bach. “É por isso que chamamos os Florais de Bach de terapia complementar". Já conhecido dos adultos, método passou a ajudar os pequenos hiperativos, uma tentativa dos pais de não comprometer o rendimento escolar.
Maria Aparecida destaca que os florais dão suporte ao tratamento de doenças e que resultados obtidos pelo dr. Bach indicaram que o paciente, utilizando-se desse método, responde mais rápido à medicina tradicional. De acordo com a terapeuta, a vantagem do uso de florais em crianças, em relação aos adultos, é que elas têm menos "resistências". "O objetivo dos florais é chegar à essência original do indivíduo, que se perde ao longo dos anos. Acontecimentos durante a vida podem ter levado a pessoa criar 'defesas&#…

Mario Sergio Cortella: 'escola cuida só de escolarização'

Ele fala com propriedade sobre o que, unanimemente, é apontado como a forma mais eficaz de fazer um país crescer, dando à sua população melhores condições de vida: a educação. Considerado um dos grandes especialistas brasileiros no assunto, o filósofo e educador Mário Cortella será um dos palestrantes do Conhecer 2008, congresso educacional do Espírito Santo que acontece em agosto, em Aracruz. Conheça, nesta entrevista, o que ele pensa sobre cotas, escola de tempo integral, avaliação, entre outros temas.
Qual sua visão sobre a Educação no Brasil?
Não tenho uma visão catastrofista, mas também não tenho uma visão triunfalista, de que já tenhamos recuperado todos os percalços e agruras que precisam ser enfrentados. Ao contrário. Temos um grande caminho a percorrer. Mas não gosto de ficar fazendo autópsia, vendo apenas causas do falecimento, quando lido com questões sociais.
Quais são as doenças que o país apresenta nessa área?
Temos uma série de patologias na Educação. A primeira é um desca…

Dormir – Uma terapia indispensável

Muitos mistérios envolvem o sono. Os modernos especialistas agora investigam seus efeitos sobre a saúde. A partir do momento em que nascemos, o sono parece ativar nosso sistema imunológico e ajuda o cérebro a consolidar memórias. Ainda no ventre materno, sabe-se agora, o sono permite que o cérebro se desenvolva e, mais tarde, que permaneça afiado.
Nem animais, nem seres humanos podem sobreviver muito tempo sem dormir. Um tipo raro de insônia familiar, incurável e genético, surge na idade adulta e provoca quase que a total ausência de sono, levando a sérios danos cerebrais e morte em dois anos. Uma pesquisa do Instituto Nacional de Saúde Mental, nos Estados Unidos, realizada pela biopsicóloga Carol Everson, descobriu que a carência de sono por longos períodos causa letais infecções sangüíneas em ratos de laboratórios. Supõe-se que o sistema imunológico falha, deixando que as bactérias normalmente existentes no organismo se proliferem.
O psiquiatra Michael Irwin, da Universidade da Califó…

Comportamiento de niños autistas en público genera debate

Cuando un niño de 13 años en Minnesota fue expulsado de la iglesia luego que los feligreses se quejasen de su comportamiento, el hecho expuso una dolorosa realidad que muchas personas no se atreven a reconocer: algunos niños autistas son revoltosos y exasperantes en público.
El caso de Adam Race y otros como él ha puesto al desnudo sentimientos encontrados -tanto entre los padres de esos niños como otras personas- sobre el comportamiento público de esos menores. Y ha desatado un debate sobre cuánta consideración una parte debe a la otra.
En el caso de Race, un juez coincidió con un sacerdote en Bertha, Minnesota, quien dijo que el adolescente de 102 kilogramos (225 libras) era revoltoso y peligroso, y ratificó una orden de restricción que le prohibe asistir a misa. El sacerdote dijo que Adam escupió, se orinó en los pantalones, hizo ruidos excesivos y casi atropelló a otras personas cuando salía de la iglesia tras el servicio.
Carol Race, la madre de Adam, dijo que las afirmaciones de la…

50 dicas para administração da Hiperatividade em Sala de Aula

01 - Antes de tudo, tenha certeza de que o que você está lidando é HIPERATIVIDADE. Definitivamente não é tarefa dos professores diagnosticar a HIPERATIVIDADE, mas você pode e deve questionar. Especificamente tenha certeza de alguém tenha testado a audição e a visão da criança recentemente e tenha certeza também de que outros problemas médicos tenham sido resolvidos. Tenha certeza de que uma avaliação adequada foi feita. Continue questionando até que se sinta convencido. A responsabilidade disso tudo é dos pais e não dos professores, mas o professor pode contribuir para o processo.
02 - Segundo, prepare-se para suportar. Ser uma professora na sala de aula onde há duas ou três crianças com HIPERATIVIDADE pode ser extremamente cansativo. Tenha certeza de que você pode tem o apoio da escola e dos pais. Tenha certeza de que há uma pessoa com conhecimento á qual você possa consultar quando tiver um problema (pedagogo, psicólogo infantil, assistente social, psicólogo da escola ou pediatra), m…

Adult ADHD Can Cause Big Problems at Work

Attention Deficit Hyperactivity Disorder, or ADHD, is a mental disorder usually associated with children, but it also affects millions of adults and can take a toll on daily activities such as work.
"For 28 years of my life, I kind of considered myself lazy, procrastinator," noted ADHD patient Brian Rice.
It wasn't until last year that Rice learned there was a reason for his behavior. He is one of the nine million adults in the U.S. with adult ADHD. Most are undiagnosed and untreated.
The disorder can have a negative impact on daily life. "Individuals with adult ADHD are twice as likely to use substances, twice as likely to smoke cigarettes, more likely to be unemployed or underemployed, also more likely to be divorced or separated," explained psychiatrist Dr. Len Adler.
A recent international study by the World Health Organization found that untreated adults with the disorder are less productive at work.
"On the average, ADHD adults had 22 days of time out of …

Alunos com mais coragem e empatia copiam menos

Os estudantes universitários com melhores níveis de coragem, empatia e honestidade não terão copiado, nem o deverão fazer em exames, indica uma investigação da Universidade norte-americana de Ohio.
Estes estudantes também têm a tendência para não acreditar que os seus colegas são habitualmente desonestos nos testes.
"As pessoas que não copiam têm uma perspectiva mais positiva dos outros. Eles não notam muita diferença entre a sua atitude e a dos restantes", notou Sara Staats, co-autora do estudo e professora de psicologia.
Os recentes estudos realizados em universidades garantem que copiar é uma prática muito comum.
"Os estudantes que não copiam parecem ser uma minoria e têm muitas oportunidades para verem os seus pares copiarem e receberem recompensas com um pequeno risco de castigo. Vemos o não copiar como uma forma de heroísmo diário no contexto académico", acrescentou a investigadora.
Depois de avaliadas a coragem, a honestidade e a empatia, os investigadores separa…

Aos 7 anos, Rafael já tem uma inteligência fora do comum

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Estudante do 2º ano do ensino fundamental do Colégio Objetivo e Aluno do Projeto Poit (Programa Objetivo de Incentivo ao Talento) existente em algumas unidades do colégio em apoio ao aluno superdotado, Rafael Aki Gussoni, 7 anos, muitas vezes demonstra uma percepção e sociabilidade um pouco mais avançadas para sua idade.
Quebrando um tabu, convém explicar que, atualmente, a definição para superdotado não remete a gênios como Albert Einstein ou Leonardo da Vinci. Hoje se sabe, pelo consenso, que um superdotado não necessariamente é bom em tudo, mas pode ter um desenvolvimento acima da média em determinadas disciplinas como inteligência, criatividade, sociabilidade e liderança, psicomotricidade, artes plásticas e outras.
Rafael, que iniciou no Projeto Poit este ano, comenta que escolheu a Oficina de Criatividade. “Gosto de ficar desenhando, crio histórias em quadrinho e faço modelagem com massinhas”. Além destas atividades, Rafael diz gostar muito de natação.
Bastante extrovertido, porém, …

"Leio, logo sinto!" Saiba o porquê de nos emocionarmos com livros

Qual é o prazer de se ler um livro? Por que tantas histórias parecem nos levar a um novo mundo de emoções, como se realmente estivéssemos vivendo determinada situação? Parece que os cientistas têm uma resposta. De acordo com um estudo holandês, a mesma região do cérebro que é ativada quando experimentamos a sensação de repugnância por algo, também atua quando vemos alguém expressando o mesmo sentimento ou lemos sua descrição por escrito.
Até o momento, sabia-se que imaginar, observar e executar algumas ações ativava o funcionamento das mesmas zonas do cérebro. Mas, isso também poderia acontecer com as emoções? Por que ficamos tão "hipnotizados" com um bom livro, como em filmes de ação? O grupo da Universidade de Groningen colocou 12 voluntários em situações distintas.
Enquanto eles registravam a atividade do cérebro através de ressonância magnética funcional, os cientistas exibiram inicialmente um curta, no qual os atores bebiam o líquido de um vaso e, logo em seguida, faziam …

Sono ajuda o cérebro a 'selecionar' memórias, diz estudo

O sono tem um papel importante na hora do cérebro selecionar o que a memória armazena e o que é esquecido, sugere um estudo realizado nos Estados Unidos.
Segundo a pesquisa da Universidade de Harvard e do Boston College, um período de sono ajuda o cérebro na hora de preservar as lembranças mais emocionais e "eliminar" aquelas mais neutras e menos significativas.
"Para preservar o que considera mais importante, o cérebro faz uma troca, fortalecendo o foco da emoção e diminuindo o seu cenário neutro", diz Jessica Payne, principal autora do estudo.
A pesquisa foi publicada na edição desta semana da revista científica Psychological Science.
Teste de memória
Para chegar aos resultados, foram feitos testes com 88 estudantes universitários. Os pesquisadores mostraram aos participantes cenas que traziam objetos neutros em cenários neutros - um carro estacionado em frente a algumas lojas em uma rua - ou objetos com aparência negativa em um cenário comum - um carro estraçalhado e…

Irmãos tentam provar à Justiça que podem estudar só em casa

Dois adolescentes de Timóteo (216 km de Belo Horizonte) iniciam hoje uma verdadeira maratona de testes para provar à Justiça mineira que têm condições de continuar estudando em casa, orientados pelos pais.
Jonatas, 14, e Davi, 15, estão há dois anos e meio sem freqüentar a escola porque seus pais, Cleber e Bernadeth Nunes, são adeptos do "homeschooling" (ensino domiciliar), movimento que reúne 1 milhão de alunos só nos EUA. Eles atribuem a decisão à má qualidade do ensino do país e à violência nas escolas.
O ensino domiciliar é uma prática proibida pela legislação brasileira, e o casal está sendo processado nas áreas cível e criminal -se condenados, podem perder a guarda dos filhos.
De hoje a quinta, os irmãos farão uma série de provas de conhecimentos gerais e de conteúdos curriculares compatíveis com a idade e referentes às 7ª e 8ª séries do ensino fundamental. O cronograma foi definido pela Secretaria de Estado da Educação e pelo Ministério Público Estadual.
O objetivo é aval…

Nerds, detrás del estereotipo

No les interesa ser populares ni vestir a la moda, sino aprender cada vez más.
Desaliño y un fuerte interés por el conocimiento, principalmente el científico, son características de los llamados nerd, minoría que parece saberlo todo sobre cualquier tema, pero con deficiencias a la hora de crear lazos sociales y realizar ejercicios físicos.
A simple vista no parece ser un comportamiento que pudiera causarles problemas, pero resulta que su desempeño intelectual hace resaltar la mediocridad académica de muchos otros estudiantes, e incluso las deficiencias del sistema educativo.
Aquellas personas que son evidenciadas se molestan y es entonces cuando los ‘mataditos’ sufren las consecuencias de ser nerds: primero son objeto de burlas e insultos por su apariencia, originada por su falta de interés en la moda y en verse bien. Luego viene la represión física.
Y la idea de que se organice una ‘venganza de los nerds’ es poco probable, porque, si bien cuentan con mayor inteligencia, sus problemas par…

Professora primária de Phelps previa futuro difícil para ele

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Quando Michael Phels era garoto, a professora da escola primária disse à mãe de seu aluno que ele nunca seria capaz de fazer nada importante, porque era incapaz de se concentrar.
Quando Phelps ganhou a primeira de suas 14 medalhas de ouro, em Atenas-2004, ele lembrou dessas palavras no pódio, ouvindo o hino nacional norte-americano.
A despeito de ter sido diagnosticado com transtorno de déficit de atenção por hiperatividade quando tinha 9 anos, Phelps provou que sua professora estava espetacularmente errada.
"Ele era um garotinho com muita energia, sempre perguntando 'Por que estamos fazendo isso? Quando vamos fazer isso? O que vamos fazer depois?"', disse Debbie, mãe do atleta, à Reuters, em uma entrevista.
"Desobediente não é uma palavra que eu possa usar. Ele era voluntarioso, inventivo", comentou. "Definitivamente o esporte canalizou muito dessa energia."
Por conta do próprio Phelps, desobediente é uma palavra que algumas pessoas poderiam usar.
Em …

Nadador Michael Phelps publicará autobiografia em dezembro

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O nadador americano Michael Phelps publicará em dezembro seu segundo livro, uma autobiografia na qual contará a história por trás das oito medalhas que ganhou nos Jogos Olímpicos de Pequim.
Especula-se que o maior recordista da história dos Jogos possa ter recebido, de forma antecipada, US$ 1 milhão da editora Free Press, filial da Simon & Schuster, pelo livro, segundo diz hoje em sua edição digital o "New York Post".
No livro, cujo título em inglês será "Built to Succeed", o nadador americano relatará sua filosofia na hora de treinar e competir.
Phelps contará detalhes de sua vida tanto dentro quanto fora das piscinas, e relatará aspectos de sua infância, na qual foi criado por uma mãe solteira, assim como de seu transtorno por déficit de atenção causado por sua hiperatividade, diagnosticada quando tinha nove anos.
Seu livro anterior, "Beneath the Surface", vendeu cerca de 10 mil cópias, segundo o diário nova-iorquino.
http://br.noticias.yahoo.com/s/22082…

Michael Phelps's Mom Named "Mom Of The Olympics"

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Michael Phelps may have won eight gold medals at the Olympics and earned the title "Greatest Olympian of All Time," but he isn't the only one in the family to have a title.
Michael's mom, Debbie Phelps, has been named "Mom of the Olympic Games" by Johnson's Baby. The company is also going to donate money in her name to a children's cause and Debbie will film a commercial for Johnson's on Wednesday.
Debbie, who watched her son win all eight gold medals from the stands in Beijing, said the award came as a nice surprise and she was honored to accept it. Michael has long said that his mom has been his inspiration in his swimming.
Debbie, who is a the national spokesperson for the Facebook group ADHD Moms, said helping moms online face ADHD issues is her cause. http://www.facebook.com/ADHDMoms
Michael was diagnosed with ADHD when he was nine, and swimming in the pool helped him focus - all the way to being the greatest Olympian we have ever known.
Fonte:…

Debbie Phelps: "I'm Not the Agent, I'm Not the Coach. I'm the Mom."

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Back from Beijing this week, Debbie Phelps, mother of eight-time, 2008 Olympic gold medal swimmer Michael Phelps, visited "Good Morning America's" Times Square studio today in New York City. Phelps talked about her son's athletic accomplishments with hosts Robin Roberts and Chris Cuomo.
Phelps said that her son had a plan to win his eight medals and, after doing so, told his mother, "I executed the plan, nearly to perfection."
She described the 23-year old Olympian as a "very humble young man" who, during his first Olympics in Athens, called his sisters from poolside and told them to "meet me at the fence." As he approached them -- a peanut butter sandwich in hand -- he said to his mother, "Mom, look what I did."
Debbie and Fred Phelps divorced when Michael was 9 years old, a short time after he was diagnosed with attention-deficit hyperactivity disorder, or ADHD. Her son took medication for his ADHD, but he eventually stopped. T…

Debbie Phelps Named 'Mom of the Games'

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Now that he's won his eight gold medals, Michael Phelps is officially the "greatest Olympian of all time." Now the swimmer's mom, Debbie, has an impressive title of her own.
Johnson's Baby has dubbed Debbie their "Mom of the Olympic Games" – and the company will donate money in her name to children's causes. (She'll also film a commercial for Johnson's on Wednesday.) The award came as a nice surprise for the middle school principal, who tells PEOPLE, "I am so honored."
But Debbie has a cause of her own: She is the national spokesperson for the Facebook group ADHD Moms. "I just felt I had a voice to be able to share with the moms online community about ADHD," she says. "We do podcasts and articles."
Michael was diagnosed with ADHD when he was nine. "He was non-stop, always going, always questioning," Debbie says. "When the teachers brought it to my attention about his lack of focus in the classroom, …

"Pool rat" Phelps found focus on path to gold

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When Michael Phelps was a kid, his primary school teacher told his mother he would never amount to anything because he was unable to focus.
When Phelps won the first of his 14 Olympic gold medals, in Athens in 2004, he remembered those words as he stood on the podium and listened to the "Stars and Stripes".
Despite being diagnosed with Attention Deficit Hyperactivity Disorder (ADHD) at the age of nine, Phelps went to prove that teacher spectacularly wrong.
"He was a very energetic little guy, always all over the place, 'Why are we doing this? When are we doing this? What are we doing next?'," his mother Debbie told Reuters in an interview.
"Naughty isn't a word that I would use, he was playful, inventive," she added. "Definitely athletics channeled a lot of that energy."
By Michael's own account, naughty is a word some people might have used.
In his autobiography, he talks of being a "pool rat, running around, sneaking up behind …

Cómo Phelps libró el déficit de atención

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PEKIN (Reuters) — Cuando Michael Phelps era un niño, una maestra de la escuela primaria le dijo a su madre que él nunca lograría demasiado porque no era capaz de concentrarse.
Cuando el "fenómeno" ganó la primera de sus 14 medallas doradas olímpicas, en Atenas 2004, recordó esas palabras mientras estaba en el podio escuchando el himno estadounidense.
Pese a que se le diagnosticó Trastorno por Déficit de Atención con Hiperactividad (TDAH) a los nueve años, Phelps terminó demostrándole a esa maestra que había cometido un error de juicio al espectacular.
"Era un pequeño muy energético, siempre correteando por todos lados y preguntando: '¿Por qué hacemos esto? ¿Cuándo haremos lo otro? ¿Qué hacemos ahora?'," recordó su madre, Debbie.
"'Travieso' no sería la palabra que yo usaría, más bien diría juguetón, creativo," agregó.
La mujer reconoce que el deporte, definitivamente, le permitió a su hijo canalizar mucha de esa energía.
Para el propio Michael, …

Phelps: el precio de ser una celebridad Enviar Imprimir Texto

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Michael Phelps apareció en revistas deportivas imitando la famosa fotografía de Mark Spitz, cuyo récord en natación venció con la 8 medalla de oro (Reuters)
PEKÍN (Reuters) — Michael Phelps se mueve por el agua como un delfín, pero cuando vuelve a pisar tierra firme, es como si estuviera en una pecera.
Al ganar una cifra récord de ocho medallas de oro en los Juegos Pekín, el superastro estadounidense de la natación se convirtió en forma instantánea en uno de los deportistas más reconocibles del mundo, y su vida ya no volverá a ser la misma.
El nadador terminó casi exhausto los nueve días de competencia en los que nadó 17 carreras, pero ahora necesitará aún más estamina para atravesar las próximas semanas.
El "fenómeno" ya se ha visto desbordado por llamados telefónicos, mensajes, entrevistas de prensa, compromisos con patrocinadores y una agenda de viajes agotadora, en una muestra rápida del elevado costo de la fama.
Atendió una llamada del presidente estadounidense, George W. B…

Los ‘trucos’ de Michael Phelps

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Bob Bowman, el entrenador del mayor nadador del mundo, supo que estaba ante un fenómeno cuando lo conoció a los 11 años (AP)
PEKÍN (Reuters) — Cuando Bob Bowman conoció a Michael Phelps supo al instante que había descubierto un nadador especial, el que todo entrenador sueña tener.
En ese entonces, Phelps sólo tenía 11 años, pero Bowman estaba tan emocionado por su increíble condición atlética y talento sin explotar, que no pudo dormir esa noche.
"Era tan rápido que debía correr con nadadores de mayor edad, y debido a que era su nuevo entrenador quería impresionarlos y hacerlos pensar que era exigente, les di un programa de entrenamiento extremadamente difícil," dijo el miércoles Bowman a un selecto grupo de periodistas, antes de revelar algunos de los métodos que usó para entrenar al deportista olímpico más exitoso de todos los tiempos.
"Michael era el más joven, por eso le permitía regresar a la línea, pero al final de la práctica, en la parte más complicada de la sesión …

Phelps’s Mother Recalls Helping Her Son Find Gold-Medal Focus

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DEBORAH PHELPS’S third baby and only son was larger than life from Day 1 — 9 pounds, 6 ounces and 23 inches long. As a little boy, said the mother, he asked 25 zillion questions, always wanting to be the center of attention. If he wasn’t zooming by on his big-wheel tricycle, he was swinging past on the monkey bars.
Starting with preschool, teachers complained: Michael couldn’t stay quiet at quiet time, Michael wouldn’t sit at circle time, Michael didn’t keep his hands to himself, Michael was giggling and laughing and nudging kids for attention.
As he entered public school, he displayed what his teachers called “immature” behavior. “In kindergarten I was told by his teacher, ‘Michael can’t sit still, Michael can’t be quiet, Michael can’t focus,’ ” recalled Ms. Phelps, who was herself a teacher for 22 years. The family had recently moved, and she felt Michael might be frustrated because the kindergarten curriculum he was getting in the new district was similar to the pre-K curriculum in …