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Mostrando postagens de Agosto, 2009

Eles vivem a mil por hora

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Ter dificuldades de concentração ou viver no “mundo da lua” podem ser indícios da presença do transtorno do déficit de atenção com hiperatividade. Os sintomas surgem ainda na infância e perduram pela vida adultaA hiperatividade não surge em todos os portadores de TDAH; o diagnóstico do distúrbio, portanto, deve ser cuidadoso e feito somente por especialistasCerca de 60% a 80% das pessoas portadoras do transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) são diagnosticadas na infância. Em alguns casos, crianças que sofrem de hiperatividade e problemas escolares têm pelo menos um dos pais sofrendo do distúrbio. Sem estar atrelado a fatores culturais ou resultados de conflitos psicológicos, o transtorno decorre de pequenas alterações na região frontal do cérebro, responsável pela inibição do comportamento e controle da concentração. O TDAH pode causar impactos significativos em todos setores na vida da pessoa. Quando não há a presença de hiperatividade, o distúrbio é caracterizado …

Alcoólatras interpretam mal emoções alheias, diz estudo

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Das muitas coisas que o alcoolismo pode roubar - carreiras, vida, saúde, memória -, uma das mais desoladoras são os relacionamentos. E, dizem os pesquisadores, a razão para esta perda se deve ao fato de que os alcoólatras têm dificuldades para interpretar as emoções alheias. Este problema, porém vai além de questões emocionais. Um novo estudo realizado por cientistas da Universidade de Boston e do Hospital Geral de Massachusetts mostra que essa tendência pode ser observada no funcionamento do cérebro dos alcoólatras. O estudo foi publicado no site do jornal Los Angeles Times. Não só familiares, mas pesquisas já demonstravam anteriormente que os alcoólatras realmente têm dificuldades para perceber corretamente as emoções, às vezes sentindo-se ofendidos quando nenhuma ofensa foi destinada a eles ou não percebendo quando um ente querido está triste, alegre, furioso ou desiludido. Mas como o álcool faz tudo isso? Um novo estudo constatou que, no que diz respeito à competência para a leitu…

Depression And Anxiety Affect Up To 15 Percent Of Preschoolers, Canadian Study Finds

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Almost 15 percent of preschoolers have atypically high levels of depression and anxiety, according to a new study published in the Journal of Child Psychology and Psychiatry. The five-year investigation also found that children with atypically high depression and anxiety levels are more likely to have mothers with a history of depression.The study was conducted in Canada by an international team of researchers from the Université de Montréal, the Université Laval and McGill University, as well as Inserm (Institut national de la santé et de la recherche médicale) in France, Carnegie Mellon University in the U.S. and University College Dublin in Ireland."As early as the first year of life, there are indications that some children have more risks than others to develop high levels of depression and anxiety," says first author Sylvana M. Côté, a professor at the Université de Montréal's Department of Social and Preventive Medicine. "Difficult temperament at five months …

Hormônio explica por que pessoas são mais sociáveis que outras

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Cena do filme Adam, com Hugh Dancy, premiado no Sundance Film FestivalUm estudo realizado por cientistas da Universidade de Indiana, nos EUA, indica que pessoas muito sociáveis têm maiores níveis de oxitocina, o chamado "hormônio do amor". As informações são do periódico britânico "The Guardian". O estudo, publicado na "Science" desta semana, foi feito com pintassilgos. Esses pássaros não possuem oxitocina, mas contam com uma molécula muito parecida, chamada mesotocina. Ao bloquearem os receptores de mesotocina no grupo de pássaros, conhecidos por serem extremamente sociáveis, os animais passaram a dedicar menos tempo com os indivíduos da mesma família e começaram a se isolar em grupos menores. Por outro lado, as aves que receberam uma quantidade extra do hormônio ficaram ainda mais gregários, e passaram mais tempo com a família. O mesmo estudo indica que a distribuição de receptores de oxitocina no cérebro pode explicar por que alguns animais são mais so…

Comer bem contribui para manter o cérebro jovem e em forma

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Comer nozes regularmente ajuda a manter o cérebro longe de males como Alzheimer Uma boa alimentação pode ajudar qualquer pessoa a prevenir - ou pelo menos retardar - a aparição de doenças degenerativas do sistema nervoso, associadas normalmente à idade. Comer bem é um misto de inteligência e prazer, e contribui para manter um cérebro jovem e em boa forma.É o que afirmam o cozinheiro Martín Berasategui e o neurologista Gurutz Linazasoro, do Centro de Pesquisa Parkinson da Policlínica Guipúzcoa, na Espanha.Os especialistas, de áreas aparentemente distantes, mas que na realidade têm muito em comum, dizem que um dos grandes segredos para conseguir um bom envelhecimento cerebral é seguir a chamada dieta mediterrânea.Basicamente, a dieta consiste em consumir frutas, verduras, legumes, peixes e azeite de oliva, além de comer nozes regularmente, beber de oito a dez copos de água diários e não ingerir, sempre que possível, alimentos excessivamente calóricos.Hábitos alimentícios saudáveis reper…

Toque afetivo ajuda a diminuir a dor física

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Sinais elétricos que informam o cérebro de que nossa pele está sendo tocada percorrem fibras neurais especializadas. A descoberta feita por cientistas da Universidade de Gotemburgo, na Suécia, pode explicar por que o toque carinhoso consegue diminuir a intensidade da dor física. Usando uma técnica conhecida como microneurografia, os pesquisadores “seguiram” esses impulsos no braço de voluntários e observaram também que, quanto maior sua frequência – proporcional à intensidade do afago –, maior a sensação de prazer relatada pelos participantes. Essas fibras especializadas, uma vez estimuladas, são capazes de atenuar sinais dolorosos originados em outras partes do corpo, relataram os autores do artigo publicado na revista Nature Neuroscience.Fonte:http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/toque_afetivo_ajuda_a_diminuir_a_dor_fisica.html

Música para tratar pacientes com esclerose múltipla

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Falar da própria vida escolhendo músicas para expor sentimentos e vivências pode ser um recurso terapêutico que auxilia na reconstrução da identidade e ajuda a melhorar a qualidade de vida de portadores de doenças crônico-degenerativas. Pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) usaram a técnica em oito pacientes com esclerose múltipla, distúrbio neurológico progressivo que afeta adultos jovens e compromete principalmente os movimentos. Os resultados foram publicados nos Arquivos de Neuro-Psiquiatria.Depois de escolher entre dez e 15 músicas, os pacientes participaram de uma entrevista aberta na qual explicaram suas experiências pessoais com cada uma. A análise dos conteúdos mostrou que prevaleceram relatos associados à consciência emocional e corporal e primeiros relacionamentos.Segundo os autores, a técnica da “autobiografia musical” permitiu que eles expressassem afetos, frustrações e desejos, reorganizando-os no contexto da doença e elaborando o senso de continui…

Scott Fruhan: From Multiple Sclerosis to Med School--And Music

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A 1999 Intel finalist works toward a career in medicine—but don't count out his Boston-inspired rock bandHis finalist year: 1999His finalist project: Studying cells that attack the nervous system in multiple sclerosisWhat led to the project: Scott Fruhan was always fascinated by how the parts of living things worked. As an eight-year-old growing up in Newton, Mass., he used to carry around a wooden briefcase with the inscription "Scott Fruhan, entomologist". What else would you write on a briefcase full of dead bugs?In high school, Fruhan pestered a friend's father who ran an immunology lab focused on studying multiple sclerosis (MS) at Boston's Brigham and Women's Hospital (BWH) to let him volunteer there. He started out pipetting blood samples.After awhile, though, he was allowed to participate in actual studies. The lab was looking at certain molecules on T cells—a type of immune system cell—that calm the body's immune response. Whereas normally an imm…

ESQUIZOFRENIA INFANTIL

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Observações clínicas mostram que o processo esquizofrênico pode iniciar-se nas crianças na mais tenra idade.Os sintomas evoluem em escala progressiva , e estão descritos dentro de 5 funções fisiológicas:1) Mecanismos homeostáticos.2) Estados de consciência e padrões de sono e vigília.3) Padrões de respiração.4) Tônus muscular.5) Reflexo tônico do pescoço, no qual localiza-se a base de todo o comportamento motor.A esquizofrenia infantil está relacionada com um defeito primitivo no sistema nervoso, que tem sua expressão clínica em uma desarmonia na organização das funções orgânicas, constituindo, portanto, uma anomalia primária. Deste modo, essas anomalias dificultariam progressivamente na criança a organização de sua personalidade e dos meios de comunicação. A ansiedade resultante dessa desorganização, seria o elemento essencial do quadro clínico que se traduz por desvios biológicos e pela instabilidade das funções orgânicas. As crianças esquizofrênicas não rejeitam totalmente a conviv…

Terapia TDAH reduciría riesgo psiquiátrico

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Un nuevo estudio sugiere que el tratamiento con metilfenidato (Ritalina y otras marcas) u otros estimulantes ayudaría a prevenir la aparición de trastornos psiquiátricos y mejorar el rendimiento escolar en niños con trastorno por déficit de atención con hiperactividad (TDAH).Mientras que muchos estudios habían demostrado que el uso de estimulantes para tratar el TDAH mejora significativamente los síntomas principales, la revista Pediatrics publicó que se desconoce el efecto, si lo hubiera, sobre la parición de otros problemas mentales.El equipo del doctor Joseph Biederman, del Hospital General de Massachusetts, en Boston, lo investigó en 112 pacientes con TDAH de entre 6 y 18 años.El 73 por ciento de esos pacientes recibió tratamiento con estimulantes.Tras 10 años de seguimiento, el equipo observó que los participantes que tomaban los estimulantes eran un 78 por ciento menos propensos a desarrollar depresión grave, un 80 por ciento menos a padecer trastornos de ansiedad y un 79 por ci…

Children With Positive Outlooks Are Better Learners

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Teaching children how to be more resilient along with regular classroom instruction can improve children's outlook on life, curb depression and boost grades, according to a researcher who spoke at the American Psychological Association's convention August 8."In the last 50 years, the U.S. population has seen an increase in their standard of living, such as having more money, owning more homes and cars and living longer. But our sense of meaning, purpose and satisfaction with life have not gone up, they have gone down," said psychologist Martin Seligman, PhD, of the University of Pennsylvania. "This has been especially detrimental to children. Nearly 20 percent of young people experience depression."The effects can carry over to adulthood and cause early death, more health problems, less satisfaction with jobs and relationships and higher rates of depression, he added.Speaking at the APA's 117th annual convention, Seligman showed how teaching resilience,…

O lado perverso da persuasão

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Até meados do século XX, a indústria do tabaco vendeu para o mundo um estilo de vida que mesclou valores familiares tradicionais, liberação da mulher e afirmação da classe média. Valia tudo, até advogar benefícios do cigarro para a saúde Nos anos 50, até bebês eram usados para convencer o consumidor: “Claro que o meu pai fuma Marlboro... ele sabe o que é bom!” A partir do século XX, a história da mentalidade passa necessariamente a ser contada também por meio da publicidade. Para o bem e para o mal, as mais competentes peças de persuasão manejam realidades e ajudam a transformá-las, ao interpretar desejos coletivos latentes e devolvê-los ao público na forma de uma imagem e de uma mensagem a que uma maioria adere. Nada diferente, portanto, de qualquer outra modalidade de comunicação de massa, capaz de criar virtudes ou vícios, atrocidades históricas ou progresso social.O Brasil foi um laboratório fértil para esse tipo de experiência. Eis um povo, o brasileiro, que almejou mudanças de s…

'If Gary McKinnon is sent to U.S. I fear he will kill himself': Top Asperger's expert warns 'cyber-terrorist' will not survive jail

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Gary McKinnon: 'No terrorist agenda', says Professor Simon Baron-CohenThe campaign to prevent the extradition of Gary McKinnon has received crucial backing from one of the world’s leading experts in autism, who says the military hacker had ‘no terrorist agenda’ and poses ‘no harm to society’. Professor Simon Baron-Cohen concludes the 43-year-old Asperger’s sufferer may take his own life if extradited to America, and should be prosecuted instead in the UK. In a detailed medical report obtained by the Daily Mail, which is campaigning on Gary’s behalf, the Cambridge University-based expert says the hacker should be treated in the same way as a child, given the severity of his Asperger’s. Professor Baron-Cohen also says that Gary – who hacked into 97 NASA and Pentagon computers, and is accused of ‘cyberterrorism’ by the U.S. – was acting out of ‘altruism’ in seeking to expose what he believed was a cover-up of the existence of alien life. The emergence of the report, prepared for …

Inveja pode levar a reações agressivas

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Estudo desvenda área do cérebro que acusa o sentimento Um estudo japonês publicado na publicação American Journal of Science descobriu a área do cérebro que controla o sentimento da inveja. A pesquisa analisou 19 pessoas com boas condições de saúde que por um ano e meio foram induzidas a imaginar um cenário que envolvia três personagens. A ideia é que dois desses personagens fossem mais capazes, ricos e inteligentes que os voluntários, motivos que desencadeariam o sentimento da inveja.Os pesquisadores descobriram que, quando os voluntariam sentiam inveja, a parte do córtex dorsal anterior do cérebro era ativada e, consequentemente, encontraram a área exata responsável por esse sentimento. Os cientistas também afirmam que uma pessoa invejosa tende a apresentar uma atividade maior nessa região que também é associada à depressão.De acordo com a psicóloga Karen Camargo, todos os indivíduos sentem alegria, raiva e inveja, porém a forma como cada um lida com essas emoções é o segredo. "…

"La felicidad está en quererte a ti mismo incluso cuando los demás no te quieran"

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Santiago Pazhin presentó su libro en la galería Sargadelos.El experto en terapias psicológicas presenta el libro "El Síndrome de los Seres Queridos"S. REGUEIRA - PONTEVEDRA “El Síndrome de los Seres Queridos. Las heridas del alma” es el título del nuevo libro del psicoterapeuta Santiago Pazhin, un análisis psicológico sobre los conflictos con uno mismo que nos recuerda que, al final, las cosas más importantes de nuestra vida resulta que no son cosas, que quien bien te quiere te querrá como eres y que, llegado el caso, conviene firmar un pacto amable con esa soledad que nos enseña a crecer.–¿A qué llama el Síndrome de los Seres Queridos?–En más de 25 años como psicoterapeuta y profesor de yoga he observado que casi el 95% de las personas que consulto por la causa que sea al final el problema está relacionado en algo que tiene que ver con la con la infancia, ya no sólo malos tratos de todo tipo que por supuesto, pero también falta de afectividad o conflicto con los seres queri…

Mothers Of Children With Autism Have Higher Parental Stress, Psychological Distress

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Ask any mother and she'll tell you that raising a preschooler is no easy task. Now imagine what it must be like to bring up a child with autism or a developmental delay.Researchers at the University of Washington's Autism Center asked mothers about their experiences and found that moms of children with autism had higher levels of parenting-related stress and psychological distress than mothers of children with developmental delay. Children's problem behavior was associated with increases in both parenting-related stress and distress in both groups, but this relationship was stronger in mothers of children with autism."Both groups of women are dealing with children who need high levels of care-giving. But there is something about autism that is making a difference and adding stress and psychological distress to these mothers," said Annette Estes, lead author of a new study and associate director of the UW Autism Center.Surprisingly, the research also found no link…