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Mostrando postagens de Dezembro, 2009

A UNESCO PROPÕE EM SEU GUIA NOVE REGRAS DOURADAS PARA A ATUAÇÃO DE PROFESSORES NA SALA DE AULA

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Cena do filme Meu nome é RádioEntre muitos estudos e observações realizados recentemente, ficou mais uma vez demonstrado que, como diria o saudoso amigo Don Wills, ex-Presidente de Inclusion International, pai da Nova Zelândia com o qual nos encontramos algumas vezes em eventos internacionais, o pior inimigo da inclusão são as atitudes das pessoas.Vimos lendo e observando muitas coisas e vemos que, de fato, como as pessoas com algum grau de deficiência ou problema congênito foram sempre afastadas de debates públicos, que nem se realizavam, por serem consideradas gente de menor valor, para ser apenas toleradas pela família e alguns amigos de coração caridoso, essas pessoas – nossos filhos e amigos – ainda hoje, em escala menor, é verdade, são postos de lado e a atitude em relação a eles é de pena, alguma tolerância e, quando possível, o maior distanciamento.Estaremos dizendo mais alguma bobagem só porque somos mãe de uma pessoa com deficiências físicas e intelectuais sérias?Não cremos,…

Anjinho? Eu não!

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A atriz Klara Castanho faz sucesso com a polêmica RafaelaAtitudes impulsivas e manipulações fazem com que muitas crianças desenvolvam personalidades distintas Inocente, cheia de energia e uma mente com muito mais imaginação do que um adulto pode imaginar. Ao invés do papel de menina boazinha da novela das oito, a atriz mirim Klara Castanho - na pele de Rafaela em Viver a Vida - tem roubado a cena e causado polêmica na telinha. Com uma personalidade forte e um comportamento nada comum para uma pequena de oito anos, seu personagem é o retrato de pequenos que chamam atenção por seu temperamento forte.Entre as travessuras de uma criança comum, é possível notar quando existe um certo exagero na forma com que seu filho se comporta quando está irritado ou até mesmo em contato com outros de sua idade. Acreditar que exista qualquer tipo de maldade por trás do rostinho do seu pequeno é realmente difícil, mas isso pode acontecer. Ao mesmo tempo em que desenvolvem o lado maduro, levam isso a seus…

Desligados do mundo

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Dificuldade de comunicação dos autistas e mitos sobre a doença são os maiores obstáculos para a socializaçãoO autista parece desconectado do mundo. Não consegue se relacionar nem é capaz de manter uma simples conversa. Não bastasse isso, a doença ainda é cercada por mitos que erguem outras barreiras ao redor do paciente, impondo um isolamento maior. Um dos mais prejudiciais é achar que a condição é consequência da falta de amor dos pais. Essa hipótese, elaborada pelo austríaco Leo Kanner, surgiu logo no início dos estudos sobre a enfermidade. Apesar de ter sido descartada anos depois, o mito se mantém vivo ainda hoje e incomoda os familiares. Além de estarem erradas, essas falsas concepções atrapalham os portadores, reduzindo suas chances de integração à sociedade. Para um tratamento eficiente, o primeiro passo é derrubar os mitos.Outra falsa ideia que rodeia o autismo é a da genialidade, que ganhou força graças a Hollywood. No filme Rain Man (1988), o vencedor do Oscar Dustin Hoffman…

Mal-humorados lidam melhor com dificuldades, diz estudo

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Pesquisa realizada na Austrália mostra que melancolia alimenta cautela.Um estudo realizado na Austrália indica que pessoas mal-humoradas tendem a lidar melhor com situações difíceis do que aquelas que vivem mais felizes. A pesquisa da Universidade de Nova Gales do Sul, e publicada na revista especializada Australasian Science Magazine, mostra ainda que os mal-humorados são menos ingênuos e melhores em tomar decisões. "Enquanto a alegria fomenta a criatividade, a flexibilidade e a cooperação, a melancolia alimenta a atenção e o pensamento cauteloso", disse à revista o psicólogo Joe Forgas, chefe da equipe que realizou o estudo. Segundo ele, isso ocorre porque o cérebro das pessoas mal-humoradas promove "estratégias de processamento de informações". Tarefas Na pesquisa, o psicólogo pediu para que voluntários assistissem a diferentes filmes e refletissem sobre acontecimentos positivos e negativos de suas vidas, em uma tentativa de colocá-los de bom ou de mau humor. Em…

O drama do alcoolismo cresce entre as mulheres

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A novela das oito está mostrando o drama da personagem Renata, interpretada por Bárbara Paz.Sem reconhecer o próprio alcoolismo, ela vê na bebida a saída para todos os problemas e uma escapatória certeira da depressão. Renata não está sozinha.O número de mulheres dependentes do álcool aumentou nas últimas décadas, conforme indica o "I Levantamento Nacional sobre os Padrões de Consumo de Álcool na População Brasileira". A pesquisa investigou em detalhes como o brasileiro bebe e mostrou que, em duas décadas, a proporção de mulheres entre a população alcoólatra passou de 10% para 30%. De acordo com a pesquisa, 23% dos brasileiros (homens e mulheres) bebem frequentemente e pesado. Entre as mulheres, 17% bebem mais de quatro doses - considerado abusivo - e 63%, menos de duas. A pesquisa, feita pelo Conselho Nacional Antidrogas, em parceria com a Secretaria Nacional Antidrogas e a Universidade Federal de São Paulo, revelou também que 12% da população têm algum problema com o álcoo…

Pai acorda adolescente de coma com perguntas de matemática

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Um britânico conseguiu ajudar a filha a acordar de um coma ao perguntar a ela questões simples de matemática.A menina Victoria Alex, de 15 anos, estava em coma induzido após ter contraído uma infecção oportunista durante um tratamento de quimioterapia contra leucemia."Toda manhã, os médicos diziam que ela ia recobrar a consciência dali a alguns dias. Conversávamos com ela, mas não havia reação", disse à BBC Brasil o técnico em informática Nick Alex, pai da adolescente.Segundo ele, a ideia de fazer perguntas simples sobre a matéria favorita da filha na escola veio depois de cinco dias em que os assuntos variaram entre música, televisão e fofocas."Perguntei quanto era 1+1 e ouvi ela fazer um barulho através do tubo de oxigênio que a ajudava a respirar. Então perguntei: 'Você está dizendo 2?', e ela balançou a cabeça afirmativamente", contou Alex."Para ter certeza de que não era uma coincidência, eu continuei perguntando. E quando tentei mudar para pergun…

Especialistas advierten sobre la medicación abusiva en niños con problemas de conducta

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La medicación abusiva con reguladores del carácter en los niños con problemas de conducta sirve como medida de disciplinamiento del mundo adulto, pero aquieta la forma de ser de los chicos y ese "abuso de pastillas" puede terminar derivándolos a escuelas especiales, diagnosticarles discapacidad o proyectarles un futuro en las drogas. "A nivel mundial hay un trastorno llamado Déficit Atencional que se dá mas o menos en el cinco o seis por ciento de los niños y niñas. Ese trastorno se diagnostica y en una sociedad medicalizada como la nuestra se utilizan reguladores del carácter, como por ejemplo los psicofármacos, para aquietar sus conductas", dijo a Télam María Noel Miguez, uruguaya, docente de la Facultad de Ciencias Sociales de la Universidad de La República, de Montevideo, y especialista en el tema.Miguez, que por estos días está completando su doctorado en Ciencias Sociales de la UBA, en Buenos Aires, presentó como tesis doctoral una investigación denominada &q…

Adolescentes resignam-se ao bullying

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Violência encarada com normalidade entre os jovensA maioria dos adolescentes acha que o bullying em contexto escolar "sempre existiu e continuará a existir" e encaram com "pessimismo e resignação" o fenómeno, o que torna difícil uma intervenção eficaz e deixa pouca esperança à sua erradicação. São estas as principais conclusões de uma tese de doutoramento apresentada na Universidade de Granada, em Espanha, e que foi coordenada, entre outros, pela investigadora portuguesa Ana Maria Tomás Almeida, da Universidade do Minho.O objectivo deste trabalho foi analisar a perspectiva dos próprios protagonistas do fenómeno relativamente ao bullying, utilizando uma amostra de 1237 jovens entre os 11 e os 16 anos das cidades de Braga, Porto e Granada. O estudo conclui que entre os inquiridos 7,3 por cento são vítimas, 8,5 agressores e 84,1 por cento presenciam actos de violência entre colegas.Segundo Ana Tomás Almeida, esta "é uma realidade preocupante que justifica uma int…

La 'fast food' nos puede deprimir

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Comer alimentos procesados y menos frutas y verduras aumenta el riesgo de sufrir depresión.Comer menos frutas y verduras aumenta el riesgo de padecer Suprimir las frutas y las verduras en nuestra alimentación puede favorecer al desarrollo de ciertas enfermedades mentales como la depresión. Según un estudio británico, una mala dieta basada en la comida rápida, los alimentos preparados, los dulces o los productos con alto contenido en grasas pueden aumentar las probabilidades de padecer dichas enfermedades.El estudio, publicado por el British Journal of Psychiatry, es el primero en observar la relación existente entre la dieta y las diversas enfermedades mentales que existen.Un equipo de investigadores del University College de Londres ha interrogado a cerca de 4.000 personas, con una edad media de 55 años, sobre sus hábitos de comer y si sufrían depresión.Los expertos han demostrado que los que declararon haber llevado una dieta sana eran menos propensos a presentar los síntomas de la …

Children with ADHD at Risk for Zinc and Copper Deficiency

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Dr. Margaret WeissOverall nutritional status in children with attention deficit hyperactivity disorder (ADHD) shows that this patient population is at risk for low trace mineral status, including deficiencies in zinc and copper — minerals that may play a crucial role in the production of dopamine, norepinephrine, and melatonin, which regulates sleep.Presented here at the American Academy of Child & Adolescent Psychiatry 56th Annual Meeting, a study conducted by investigators at the University of British Columbia and the Children's and Women's Health Centre in Vancouver, Canada, showed among 44 children aged 6 to 12 years with ADHD, rates of zinc and copper deficiency were 45% and 35%, respectively."There are a lot of studies in ADHD children looking at sugar intake, etcetera, but no one has ever actually looked at the dietary intake and subsequent nutrients of children with ADHD, " principal investigator Margaret Weiss, MD, PhD, told Medscape Psychiatry.With firs…

Processed food link to depression: research

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LONDON — A diet heavy in processed and fatty foods increases the risk of depression, according to research published on Monday.Researchers at University College London also found that a diet including plenty of fresh vegetables, fruit and fish could help prevent the onset of depression.They compared participants -- all civil servants -- who ate a diet largely based on "whole" foods with a second group who mainly ate fried food, processed meat, high-fat dairy products and sweetened desserts.Taking into account other indicators of a healthy lifestyle such as not smoking and taking physical exercise, those who ate the whole foods had a 26 percent lower risk of depression than those who ate mainly processed foods.People with a diet heavy in processed food had a 58 percent higher risk of depression.
The researchers put forward several explanations for the findings, which are published in the British Journal of Psychiatry.Firstly, the high level of antioxidants in fruits and vegeta…

Entrevista Ana Beatriz Barbosa Silva

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"Eu me achava uma burra"A psiquiatra conta como sofreu com o déficit de atenção na infância e como aprendeu a conviver com o transtorno que atinge 6% da população em idade escolar"No início da adolescência, bateu uma vontade enorme de mudar. Eu decidi ficar retraída, quieta, para não errar" A psiquiatra carioca Ana Beatriz Barbosa Silva, 43 anos, especializou-se em traduzir para uma linguagem acessível o universo misterioso dos transtornos mentais. Seu último livro, Mentes Perigosas, apresentou as muitas faces dos psicopatas e há 44 semanas faz parte da lista dos mais vendidos de VEJA. Ela já havia feito uma primeira incursão vitoriosa. Seu Mentes Inquietas, sobre o transtorno do déficit de atenção (TDA), vendeu 200 000 cópias e está sendo relançado. Nesta entrevista, Ana Beatriz fala de sua experiência, da importância do diagnóstico precoce e afirma que, embora não tenha cura, o transtorno permite uma vida normal e criativa. Como a senhora descobriu que tem o tran…