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Mostrando postagens de Outubro, 2010

Crianças-prodígio precisam de atenção

Crianças superdotadas representam pouco do universo estudantil: 0,01%. Segundo especialistas, número é maior, mas não identificado Jeshuá Pereira gosta de desenhar e criar jogos de tabuleiro. Os momentos no programa de altas habilidades dão suporte às suas criações As primeiras palavras, os primeiros passos e as primeiras lições aprendidas por uma criança são sempre motivo de orgulho para os pais. Viram histórias infinitamente repetidas e comemoradas. Mas o que é considerado excepcional na infância acaba sendo “esquecido” ao longo do tempo. As habilidades dos filhos, muitas vezes, não são percebidas pelos pais. Especialistas acreditam que a maior parte das crianças e dos adolescentes com habilidades acima da média – os superdotados – não aparecem nas estatísticas e não recebem atendimento adequado. A explicação é simples: eles não são conhecidos. No Censo Escolar elaborado pelo Ministério da Educação em 2009, apenas 5.186 dos 52 milhões de alunos matriculados na educação básica aparecem…

Superdotados: uma minoria invisível

Eles representam apenas 0,01% dos estudantes. Por causa disso, há muitas escolas e famílias despreparadas para lidar com os jovens “Ninguém no mundo me entende”. A afirmação de Elivelton Pêgo de Macêdo, de 14 anos, poderia ser facilmente interpretada como uma crise normal da idade. Mas o estudante da 8ª série do ensino fundamental não é um adolescente qualquer. As palavras de Elivelton refletem a realidade de quem faz parte de uma minoria ainda estereotipada ou até invisível para os brasileiros. Elivelton Macêdo não se sente compreendido por ninguém. Depois de entrar no atendimento para superdotados do DF, se sente mais livre e contente Elivelton é um dos 5.600 estudantes do País identificados como superdotados. Está longe de qualquer estereótipo de gênio: não usa óculos, não estuda o tempo todo, não pensa em ser cientista e muito menos vive isolado. Elivelton é falante, adora escrever, desenhar, atuar. Mas fazer parte de uma parcela tão pequena da população significa, muitas vezes, sent…

Recém-nascidos com icterícia podem estar em maior risco de se tornarem autistas

Os resultados mostraram que os bebês que desenvolveram icterícia grave apresentaram 67% mais chances de autismo Um estudo dinamarquês, publicado pelo portal da saúde americano, concluiu que recém-nascidos que têm icterícia podem apresentar maior risco de desenvolver autismo. Entretanto, mais estudos precisam ser realizados para comprovar a relação causa e efeito. Os pesquisadores analisaram informações de registros nacionais, que incluíram todas as crianças nascidas na Dinamarca entre 1994 e 2004, totalizando cerca de 734 mil crianças. Os resultados mostraram que os bebês que desenvolveram icterícia grave após o nascimento apresentaram 67% mais chances de serem diagnosticados com autismo mais tarde. Os bebês com icterícia também foram mais propensos a desenvolver outras formas de atraso no desenvolvimento psicológico, apontou o estudo. Os pesquisadores descobriram, ainda, que o risco do autismo aumentou apenas entre as crianças com icterícia nascidas no outono e no inverno (entre outubro …

Danish Study Suggests Jaundice-Autism Link

Newborn babies who have jaundice may be at higher risk of developing autism later on, new research suggests, but other experts said far more research needs to be done before a cause-and-effect relationship is proven. Researchers in Denmark analyzed information from national registries that included all Danish children born between 1994 and 2004, nearly 734,000 children. Babies who developed serious jaundice in the days after birth were 67% more likely to be diagnosed with autism later on. Babies with jaundice were also more likely to develop other types of "psychological development" delays, according to the study. When the statistics were broken down further, the researchers found the heightened autism risk only among jaundiced children born in the fall and winter (between October and March) or whose mothers had given birth before. Those children had a two to three times greater chance of developing autism. "It's an interesting finding that should be followed up with m…

Algo más que un niño travieso

La Asociación Riojana de Padres de Niños con Trastorno de Déficit de Atención e Hiperactividad ha decidido revelar este problema a la sociedad riojana estos días. Mari Carmen Meroño, secretaria de la Asociación, nos explica cuáles son los síntomas por los que debemos acudir a un especialista si nuestro niño es algo más que travieso. Carlota se perdía en clase y prestaba muy poca atención a su profesora. Eso provocaba que sus notas se resintieran. Además su actividad física era excesiva y traía a sus padres de cabeza. Hasta aquí, Carlota era una niña “muy movida” y algo despistada. Pero estos síntomas fueron generando problemas escolares y en su vida social. Sus padres se preocuparon y acudieron a un especialista que diagnóstico el problema: Déficit de atención e hiperactividad. Este caso, figurado, podría ser uno más de los 1.600 niños riojanos con Trastorno del Déficit de Atención y/o Hiperactividad(TDAH). La Asociación Riojana de padres de niños afectados por este Trastorno celebra su…

Escola barra aluno que não usa uniforme

Colégios estaduais exigem uso da roupa, o que é proibido; alunos afirmam que já foram advertidos por escrito Secretaria da Educação diz que apura casos; na zona sul, pais e alunos dizem que venda é feita dentro da própria escola Renato (nome fictício), 14, foi barrado na porta da escola Stefan Zweig, na zona leste, onde estuda. O aluno da 8ª série conta que estava sem o uniforme e, por isso, ficou sem assistir as aulas do dia. O episódio aconteceu no início deste mês e exemplifica uma prática irregular que escolas estaduais de São Paulo têm cometido: a de barrar ou constranger alunos pela falta do uniforme. Além da escola da zona leste, o uso do uniforme é obrigatório em ao menos três outras escolas da zona sul - a Secretaria Estadual da Educação diz que apura os casos. Quem não tem uniforme, ou é barrado ou tem o nome anotado em uma lista e os pais são chamados. Há casos de alunos que dizem terem sido advertidos por escrito por descumprirem a regra. Na Stefan Zweig, os pais têm de desembo…

Escola estadual aplica punição em alunos sem uniforme

Apesar de a prática ser ilegal e contrariar a orientação dada pela Secretaria de Estado da Educação, algumas escolas estaduais têm forçado os alunos a comprar uniformes escolares. É o que ocorre, por exemplo, na Escola Estadual Ascendino Reis, localizada no Tatuapé (zona leste de SP). A aquisição de uniforme não é obrigatória na unidade, mas os alunos que não o utilizam são punidos com advertência. "Depois de quatro advertências, a diretoria dá suspensão", afirma o estudante V., 15 anos. Escolas estaduais têm forçado os alunos a comprar uniformes escolares; medida não é aprovada pela Secretaria de Educação Seus pais gastaram R$ 216 na compra de três camisetas, uma calça, uma blusa e uma bermuda. "Acho bom ele usar uniforme, porque fica identificado quando anda na rua", diz um comerciante de 43 anos, pai do garoto. Ele só reclama do preço da blusa, R$ 70. Outro aluno, K., de 14 anos, reclama da qualidade do uniforme. "Eu acho essas roupas não são boas. O tecido é …

Young, gifted and likely to suffer for it

Psychologist Joan Freeman explodes the myth about children with high IQ scores Professor Joan Freeman at her home in London. Photograph: Martin Godwin for the Guardian Just the term "gifted child" is enough to raise eyebrows in disdain. Being gifted – having special talents above the average – has never been endearing. No matter how it's presented, it smacks of showing off, of thinking that you're better than anyone else. As with many other labels, it can be a burden. "In this country," says Professor Joan Freeman, "the stereotype is usually of a little boy wearing glasses, can't make friends, verging on Asperger's, may play a violin, small, thin, friendless." Freeman used to subscribe to quite a lot of these myths. "But as the years went by, I began to realise that gifted children are normal human beings." Freeman, a psychologist, knows more about this subject than most, having published a book about gifted children and how they gro…

Estudo vincula, pela 1ª vez, hiperatividade a problema genético

Estudo descarta que TDAH seja causado por inabilidade dos pais em educar Cientistas britânicos dizem ter encontrado, pela primeira vez, evidências da existência de uma raiz genética para a condição conhecida como Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH, ou ADHD na sigla em inglês). A equipe, da Cardiff University, no País de Gales, Grã-Bretanha, disse em um artigo na revista científica Lancet que a condição, que afeta crianças em todo o mundo, resulta de um problema no cérebro - como o autismo, por exemplo - e não de uma inabilidade dos pais em educar seus filhos. O estudo envolveu análises de partes do DNA de 366 crianças diagnosticadas com a condição. Outros especialistas, no entanto, questionaram veementemente as declarações da equipe, argumentando que apenas um pequeno grupo das crianças com TDAH estudadas apresentou as alterações no DNA e que, na maioria dos casos, a condição seria resultante de uma combinação entre causas genéticas e fatores externos. Na Grã-Bretanha…

O mau gene da hiperactividade

A descrição mais comum atribuída às crianças hiperactivas é que o seu comportamento é caótico, não focalizado em objectivos ou finalidades concretas. São crianças desordenadas, descuidadas, que não prestam atenção na sala de aula, mudam de tarefa com facilidade, apresentam uma actividade motora constante e incontrolada. Além disso não sabem esperar pela sua vez, são impacientes, desobedientes e, habitualmente, não cumprem as instruções que lhes são dadas. Ou seja, são uns pequenos diabretes. Contudo, esta semana a equipa da doutora Anita Thapar, da Universidade de Cardiff, no Reino Unido, publicou os resultados de um estudo de vários anos que diz, entre outras coisas, que o cérebro destas crianças é, de facto, diferente do das outras. O estudo, agora publicado na revista médica “The Lancet”, explica que este comportamento caótico deve-se, afinal, a factores genéticos. Acrescenta ainda que é hereditário, ou seja, há fortes possibilidades de existir alguém na família com o mesmo problema. …

New study claims ADHD 'has a genetic link'

The first direct evidence of a genetic link to attention-deficit hyperactivity disorder has been found, a study says. Scientists from Cardiff University, writing in The Lancet, said the disorder was a brain problem like autism - not due to bad parenting. They analysed stretches of DNA from 366 children who had been diagnosed with the disorder. But other experts agued ADHD was caused by a mixture of genetic and environmental factors. At least 2% of children in the UK are thought to have attention-deficit hyperactivity disorder (ADHD). Affected children are restless and impulsive. They may also have destructive tendencies, and experience serious problems at school and within family life. The researchers compared genetic samples from ADHD children, with DNA from 1,047 people without the condition. They found that 15% of the ADHD group had large and rare variations in their DNA - compared with 7% in the control group. Professor Anita Thapar said: "We found that, compared with the control gro…

Reino Unido: Vítima de bullying morre nos braços do pai

Uma jovem asmática de 12 anos, Holly Stuckey, morreu nos braços do pai após regressar da escola, na cidade de Bridgend, no Reino Unido. A menina, vítima de bulliyng há vários meses, chegou a casa com queixas de dores no peito, tendo falecido de seguida. Depois da morte da criança, os pais de Holly encontraram várias cartas escondidas pela própria filha que davam detalhes sobre os meses de sofrimento na escola britânica. O pai entregou cópias dos documentos à polícia com o nome de 13 alunos que estariam envolvidos nos actos de bulliyng. Contudo, a morte de Holly não está a ser tratada pelas autoridades como um homicídio, apesar de estarem a ser investigada as circunstâncias da sua morte. Fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/reino-unido-vitima-de-bullying-morre-nos-bracos-do-pai

'I feel like no-one': Girl, 12, dies in father's arms from mystery condition after being tormented by school bullies

A distraught father has told how his 12-year-old daughter collapsed and died in his arms after being tormented by bullies at school. Holly Stuckey’s sudden death has not been explained by doctors and is being investigated by police and education officials. Holly, who was an only child, was described as innocent, quiet and timid by her grieving family. Her father Clive, 42, said: ‘People made fun of her because she did not know much about sex education. ‘She was a beautifully innocent young girl but the kids turned on her and started to call her a lesbian because she didn’t know as much as them. ‘In the weeks before Holly died she wouldn’t go anywhere on her own. ‘She wanted me to take her everywhere.’ Mr Stuckey said he found letters in her bedroom which described how she was being bullied by other children – which he believes put a strain on her heart. Holly had only just started Year 8 at secondary school when she complained at home of chest pains and being unable to breathe. Her family ca…

Garoto precoce lê e escreve

Paulo Sérgio com os pais Antônio e Alvina. Com muita timidez, o menino mostra a habilidade para identificar palavras na leitura peculiar Ainda bem pequeno, Paulo Sérgio ganhou uma cartilha do avô e não parou mais de revelar seu talento para as letras As primeiras palavras lidas e escritas por uma criança são sempre motivo de orgulho para os pais. Porém, quando trata-se de um garoto de apenas três anos, o fato torna-se ainda mais admirável. É o que acontece com Paulo Sérgio Bezerra Brito, aluno da Escola Severiano Rodrigues da Rocha, na localidade de Lagoa Grande, zona rural deste Município. Filho de agricultores, o pai, Antônio Brito, nunca foi à escola, não sabe ler nem escrever o próprio nome; a mãe, Alvina Farias, abandonou os estudos muito cedo, não chegando concluir nem o 4º ano do Fundamental. O primeiro presente dado pelo avô ao garoto foi uma cartilha. Como para onde ia levava o livrinho contendo as letras do nosso alfabeto, acabou despertando a atenção da mãe. "Procurei ens…