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Mostrando postagens de Janeiro, 2011

Mary Jane McLeod Bethune

Hiperativos: desafio para as escolinhas

Elas não conseguem ficar paradas. Assistir a um programa de TV então? Impossível. Podem passar horas plantando bananeira que não vão se cansar. Na escola, destacam-se e chamam a atenção pelo comportamento agitado, deixando pais e professores de cabelo em pé.
Estes são os sintomas básicos da hiperatividade, que não é uma doença e sim “um desvio comportamental como consequência de um desequilíbrio neuroquímico cerebral”, explica a psicóloga Sofia Cardoso. A hiperatividade pode se manifestar em crianças, jovens e adultos.

Mas é entre as crianças que o desvio é percebido com mais veracidade, principalmente no ambiente escolar. “Na maioria das vezes são os professores que primeiro percebem as dificuldades da criança”, diz a psicóloga. Sofia afirma que os professores devem chamar a família do aluno e pontuar as observações feitas com a criança na sua rotina escolar. “A criança deverá ser encaminhada para uma avaliação especializada com profissionais habilitados como neurologista, psicólog…

Estudo que vinculava autismo e vacina tríplice foi "falsificação elaborada"

(AFP) - Um estudo de 1998 que semeou pânico no mundo anglo-saxão ao vincular o autismo infantil à vacina tríplice viral (sarampo, rubéola e caxumba) foi uma "falsificação elaborada", assinala nesta quinta-feira o British Medical Journal (BMJ). A revista médica britânica The Lancet se retratou formalmente, em fevereiro de 2010, sobre esta investigação e decidiu retirar o artigo publicado, o que provocou uma queda da vacinação com a tríplice na Grã-Bretanha.
The Lancet havia reconhecido já em 2004 que não devia ter publicado o estudo dirigido pelo dr. Andrew Wakefield, que fazia temer um possível vínculo entre a vacina tríplice viral e o autismo, e que provocou uma grande controvérsia na Grã-Bretanha.

Várias investigações (britânica, canadense, americana), publicadas depois do controvertido estudo, que só levou em conta uma amostragem de 12 crianças, não encontrou qualquer correlação entre o aparecimento do autismo e a vacina tríplice.

De fato, o principal autor do estudo, que …

Andrew Wakefield y el fraude del autismo

Un trabajo publicado en 1998 por el gastroenterólogo británico Andrew Wakefield vinculaba la administración de la vacuna triple vírica (MMR) -que protege del sarampión, las paperas y la rubeola- con el autismo. El trabajo provoco una gran controversia y miles de niños en todo el mundo dejaron de recibir la vacuna.

Pero hoy se sabe que Wakefield no sólo manipuló los datos para forzar la conclusión que buscaba, sino que también confundió a los padres participantes del estudio y falseó información. A pesar que Wakefield ya no tiene permiso para ejercer como médico, hoy dirige un centro de autismo en EE.UU. y cuenta con muchos seguidores. ¿Quién tiene razón?

Hace poco más de una década se desató una verdadera polémica a partir de la publicación de un estudio que relacionaba una vacuna que reciben los niños de forma habitual con un nuevo síndrome que era combinación de síntomas gastrointestinales y autismo. La vacuna en cuestión era la famosa “triple vírica” (MMR), que nos protege del sara…

Autism study discredited, but parents still have no answers

Connecticut mandates health insurance coverage for autism spectrum disorders.
In 2009, the U.S. Centers for Disease Control and Prevention reported one in every 110 children in the United States suffers from autism. Whether the increase in prevalence represents an epidemic or is a reflection of better diagnostic tools available to pediatricians is the subject of debate in the medical community.

The issue is very dear to me. My 5-year-old granddaughter, Nina, is autistic; and dad is one of those motivated parent advocates.

The great mystery is what causes autism. The British medical journal, Lancet, published a study in 1998, written in principal by Dr. Michael Wakefield, that supported a link between childhood vaccinations and autism. Autism advocates embraced Wakefield and his study; but in 2004 Wakefield’s co-authors disavowed his work.

Last week, the Lancet retracted the study, citing substantial flaws in Wakefield’s methodology. Criticism from the medical community ran from disdai…

Anorexia a partir dos sete anos

Apesar de o pico de incidência ser a adolescência, os transtornos alimentares também afectam crianças, de ambos os sexos, entre os 7 e os 9 anos
A Associação dos Familiares e Amigos dos Anorécticos e Bulímicos (AFAAB) recebe, em média, um pedido de ajuda por dia, feito, maioritariamente, pelos familiares de jovens doentes. Apesar de o pico de incidência ser na adolescência, a anorexia e bulimia aparecem cada vez mais cedo, entre os 7 e os 9 anos, atingindo ambos os sexos. O tratamento existe e passa pelo acompanhamento psicológico.
"Quem tem distúrbios alimentares não assume a doença. Buscam a perfeição do corpo, que, para eles, é a magreza excessiva", explicou ao CM Adelaide Braga, da AFAAB.

Em Portugal, não existem números concretos da incidência destas doenças. Porém, há muitas histórias de pessoas que travam uma dura batalha contra estes problemas psicológicos. A mais recente é a de Isabelle Caro, a actriz francesa falecida em Novembro. Adelaide Braga culpa a sociedade, …

Os mais inteligentes deitam-se tarde

Palas Atena - Museu do Louvre As "corujas" são mais criativas e as "cotovias" mais organizadas. Entre cérebros "artísticos" e "pragmáticos" era essa a diferença imposta pelos ritmos de actividade. Mas agora um estudo veio quebrar este equilíbrio com uma conclusão, no mínimo, controversa: as pessoas que se deitam tarde têm tendência para ser mais inteligentes do que as outras. Por Luís Francisco

Dizer, à luz das fábulas que nos habituámos a ouvir desde pequeninos, que as corujas são mais inteligentes do que as cotovias não é coisa que nos cause estranheza. Mas quando usamos estes equivalentes da fauna para caracterizar as pessoas consoante os seus padrões de sono e picos de actividade, então a coisa fia mais fino. Só que é exactamente o que defendem investigadores da London School of Economics and Political Science: os que se deitam mais tarde, as "corujas", são, tendencialmente, mais inteligentes do que os que acordam cedo, as "cot…

Una mutación que aumenta la impulsividad

Un equipo de investigadores ha identificado un gen asociado a un alto nivel de impulsividad en el comportamiento, especialmente tras el consumo de alcohol. El descubrimiento arroja luz sobre las causas subyacentes a la impulsividad y podría desembocar en el desarrollo de métodos novedosos para el diagnóstico y tratamiento de trastornos caracterizados por una conducta impulsiva. El estudio, financiado parcialmente por la UE, se ha publicado en Nature.

El comportamiento impulsivo, definido como el hecho de actuar sin prever o considerar las consecuencias, es un rasgo distintivo de numerosos trastornos, incluyendo la agresividad, la adicción, el trastorno de déficit de atención/hiperactividad (TDAH), el trastorno de personalidad antisocial y el suicidio. La tendencia hacia la impulsividad no siempre es negativa; cuando se requiere la toma rápida de decisiones o cuando el incumplimiento de plazos puede provocar la pérdida de oportunidades, puede ser una ventaja.

En el estudio, científic…

Too Young to be on Anti-Psychotics?

Seven-Year-Old Boy Takes a Daily Drug Cocktail to Control His Violent Outbursts
When Chris and Jennifer Evavold adopted their son Cole as a newborn, they knew he would change their lives, but not this way. The last seven years have been a nightmare.

The seven-year-old Cole isn't just rambunctious. He was diagnosed with Attention Deficit Hyperactivity Disorder (ADHD) and a mood disorder at just three-and-a-half, and was prescribed medication to regulate his behavior. Since then he has been on an ever-changing cocktail of pills. His impulsiveness and violent language and behavior continue.

"It's so hard to get anyone to relate to you," his mother said. "They just can't even fathom how out of control things are. And if you tell him one behavior that he did one day, they'll say, 'My kid did that.' But it's not the one behavior. It's the compounding of all of these things."

Evavold said problems with Cole started at a very early age.

Remédio para TDAH ajuda crianças ou escolas?

Acho que acontece com todo mundo. Basta ficar ensimesmada com um assunto para que eu comece a receber, de toda parte, as mais variadas informações sobre o tema. Assim tem sido, ultimamente, com a tal da ADHD aqui nos Estados Unidos, conhecida, no Brasil, como TDAH (transtorno do déficit de atenção com hiperatividade). Pois uma amiga que trabalha com pesquisas na área de neurologia e também vive encasquetada com a aparente epidemia que tomou conta do país — e dá sinais de estar se espalhando pelo mundo — me mandou o nome de um livro que corri, comprei e li imediatamente.

“Anatomia de uma epidemia” (tradução literal para o português já que ainda não existe versão na nossa língua) é do escritor Robert Whitaker, ganhador de prêmios na área de jornalismo científico. Ele traça um cuidadoso histórico do aumento das doenças mentais (em número de casos per capita e de variedades de doenças também) nos últimos cinquenta anos. E analisa, com base nas pesquisas médicas, o surgimento e uso de remé…

Senado aprova projeto que garante ensino a deficientes em casa

O Senado concluiu a votação de projeto de lei que garante educação em domicílio à deficientes que, por incapacidade física que impeça a locomoção, possam frequentar a escola regularmente. O projeto de lei foi aprovado em caráter terminativo na Comissão de Educação e agora vai à apreciação na Câmara dos Deputados.

O autor do projeto, Augusto Botelho (sem partido-RR), destacou que a legislação brasileira que trata da educação da pessoa com deficiência em escolas especiais e em instituições hospitalares onde o aluno esteja internado nada diz sobre o aluno com deficiência que não tenha condições de sair de casa para frequentar a escola.
“É certo que essa dificuldade é real e não pode servir de motivo para que a pessoa com deficiência deixe de ter garantido seu direito constitucional à educação”, acrescentou o parlamentar. Segundo ele, compete ao Poder Público prover todos os meios e recursos para que o estudante tenha seu desenvolvimento educacional garantido, inclusive em sua residência.

Ritalin Dangers Known, Still Being Prescribed To Treat ADHD

Although many experts have warned about the dangers of children using stimulant drugs like Ritalin frequently, doctors continue prescribing these drugs at an alarming rate.

In 2008, the national average of Ritalin prescriptions for children with Attention Deficit Hyper-activity Disorder (ADHD) was about 40 percent. However, that figure has since grown to more than 80 percent.

Evident during a study in a St. Mary’s Hospital, 446 of the 529 cases of ADHD were treated using some kind of stimulant drug.

While stimulant drugs have long been known to help children with ADHD alleviate symptoms, new studies have shown the opposite effects.

Many experts recommend prescription of a stimulant drug in severe cases, and often believe ADHD symptoms can be treated by using methods other than medication.

One dangerous possible side-effect of Ritalin is the potential alteration of personality. Some individuals have explained that when medication is stopped, the actions, thoughts, and feelings are vas…

Pessoas distraídas são mais criativas do que as concentradas

Em "House", soluções para os casos mais cabeludos surgem quando médico Gregory House (Hugh Laurie) se distrai
Quem diria: se distrair pode ser a melhor maneira de resolver um problema difícil de forma criativa.
"Distração" costumava ter uma conotação negativa em estudos médicos; por exemplo, pesquisas que mostram o maior risco de causar um acidente de carro ao se distrair falando ao celular.

Mas trabalhos recentes têm demonstrado que a distração está vinculada à criatividade, especialmente na hora de resolver problemas complexos.

Só que até certo ponto: em excesso, distração combina com esquizofrenia -um distúrbio psíquico que pode incluir alucinações, delírios e fuga da realidade.

Como a distração ajuda a ser criativo e produzir soluções? Para muita gente, a prática de "dar um tempo", "fazer uma pausa no trabalho", costuma fazer a resposta para um problema surgir de repente, como mágica.

É só assistir ao seriado "House" (Univers…

More than one of four American children and teenagers take a prescription drug on a regular basis

This stat comes from Medco Health Solutions Inc., the US's largest health-care benefits manager. Medco also found that nearly 7 percent of young people take at least two prescription drugs.

A separate analysis by the research firm IMS Health found that the most prevalent drug among those under 18 is asthma medication, followed by ADHD meds, antidepressants, antipsychotics and antihypertensives.
If this keeps up, old curmudgeons will soon be bragging about how they used to walk three miles to school in the snow and without any Adderall (or an inhaler).
Fonte: http://www.asylum.co.uk/2010/12/31/more-than-25-per-cent-of-us-kids-regularly-take-prescription-dru/#ixzz1AZhW9f4U

El tamaño de la amígdala es proporcional a la cantidad de amigos

Amígdala en el cerebro
Los científicos han encontrado que el tamaño de esta estructura del cerebro es mayor cuanta más gente pertenece a la red social del individuo.

Según un reporte publicado en la revista Nature Neuroscience, la cantidad de amigos de una persona es proporcional al volumen de una estructura en forma de almendra que se encuentra presente en una gran cantidad de vertebrados: la amígdala.

Los científicos encontraron que las personas que tienen redes sociales más grandes y más complejas tienen un volumen mayor de la amígdala, con independencia de la edad y la percepción subjetiva de cómo es su vida social o su satisfacción en la vida, lo cual sugiere que la felicidad no es la causa de la relación encontrada entre el tamaño de la amígdala y el número de amigos.

Los vínculos sociales entre la gente y el cerebro

Comprender las relaciones sociales entre la gente le permite a los investigadores ganar en el conocimiento de las patologías que ocurren cuando estos vínculos fra…

Escolas não podem negar matrículas para alunos com deficiência

O Ministério Público da Paraíba recomendou, no dia 16 de dezembro, aos secretários de Educação da Paraíba e de João Pessoa e ao presidente do Sindicato dos Dirigentes de Escolas Particulares da Capital que adotem as providências cabíveis para orientar os diretores de creches e unidades educacionais sobre a política nacional de inclusão de alunos com deficiência na rede regular de ensino e sobre as penalidades previstas para os casos de recusa de matrícula de estudantes por motivo de deficiência.

A Lei 7.853/89 estabelece que nenhuma escola pública ou privada pode recusar, suspender, atrapalhar, cancelar ou fazer cessar, sem justa casa, a matrícula de aluno com deficiência por motivos derivados da deficiência do estudante. Segundo a promotora de Justiça da Educação da Capital, Fabiana Lobo, o descumprimento da lei constitui crime punível com prisão de um a quatro anos, além de multa.

Ainda de acordo com a legislação brasileira, todas as escolas devem se preparar para garantir a acessib…