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Mostrando postagens de Abril, 2011

Jacob Barnett de 12 anos complementa teoria de Einstein

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Criança de 12 anos complementa teoria de Einstein

Um estudante norte-americano de 12 anos pretende criar uma versão "mais elaborada" da Teoria da Relatividade, de Albert Einstein. Jacob Barnett tem QI de 170 pontos, mais 10 que os 160 do criador da fórmula E=mc2, e cativou a atenção de professores universitários dos Estados Unidos pela sua rara inteligência. Veja o vídeo.Jacob Barnett teve uma infância diferente dos demais colegas de escola. O pré-adolescente de Indiana, EUA, que tem aulas de astrofísica regularmente desde os oito anos, sofre da síndrome de Asperger, uma variação do autismo, e sempre se interessou por cálculos complexos de álgebra e pelo desenvolvimento de novos modelos para o estudo de trigonometria e geometria variáveis. Questões difíceis até para adultos.Kristine Barnett, mãe do menino, não sabia, no início, se as conversas do filho sobre física e matemática eram disparates ou se a criança se tratava de um génio. Na dúvida, a mãe gravou um vídeo e enviou para professores da prestigiada Universidade de Pr…

Você sabe o que faz a Psicofísica?

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Dimensão psicológicaA percepção da luminosidade, um estímulo físico, também possui uma dimensão psicológica.Estudar a relação entre o ambiente e o mundo mental de representação dos estímulos sensoriais é a tarefa da psicofísica, ciência estudada no Laboratório da Visão do Instituto de Psicologia (IP) da USP.Segundo a professora Dora Fix Ventura, coordenadora do laboratório, a psicofísica começou com a ideia de se fazer uma quantificação das sensações e saber a que sensações ou magnitudes destas correspondem os estímulos físicos.Acuidade visual em bebês e criançasEm humanos, o Laboratório estabelece metodologias para medir sensações e estuda os mecanismos neurais por trás do fenômeno psicológico.Já com os animais, através da eletrofisiologia (estudo das propriedades elétricas em células e tecidos), o laboratório pesquisa os mecanismos neurais de processamento de estímulos visuais, principalmente no que se refere à visão de cores.Uma das realizações do Laboratório da Visão foi a partici…

Pais voltam para escola e auxiliam filhos

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Não basta a escola acolher alunos com deficiência e oferecer serviços como salas de recursos - espaços pedagógicos voltados para o atendimento às necessidades especiais. É preciso que os pais participem, acompanhem o processo de aprendizagem e, muitas vezes, até voltem para a sala de aula.
Para ajudar a filha Grazieli, 9 anos, que é surda, a dona de casa Gabriela Nepomuceno, 37, aceitou o desafio e fez no ano passado curso de Libras (Língua Brasileira de Sinais) pela Prefeitura de São Bernardo."Em casa temos nossa linguagem, mas na rua tinha dificuldade, porque ela não me compreendia por causa do barulho. Com os sinais facilita."Há dois anos a garota participa da sala de recursos, onde aprendeu Libras. "É importante porque complementa o trabalho que ela faz com a fonoaudióloga e a psicopedagoga", explica a mãe.A dona de casa Daiane Barbosa Ferreira, 27, e o autônomo José Mariano da Silva, 32, garantem que compreenderam melhor o filho Felipe, 9, que é autista, a part…

Niño genio supera las capacidades de Albert Einstein

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Jacob Barnett de 12 años de edad, posee un IQ de 170 creando su propia versión sobre la teoría de la relatividad; podría obtener un doctoradoUn niño prodigio de 12 años de edad, ha sorprendido a profesores universitarios tras resolver algunos de los conceptos más avanzados en matemáticas, Jacob Barnett con un IQ de 170 –mayor que el del propio Albert Einstein- ha resultado ser un genio en la Universidad de Indiana por lo que profesores buscan otorgarle un doctorado en investigación.Barnett, aprendió por sí mismo cálculo, álgebra, geometría y trigonometría en tan sólo una semana ofreciendo clases a sus compañeros universitarios después del horario escolar, recoge Daily Mail.El pequeño prodigio ha realizado su más ambicioso proyecto hasta ahora, creando su propia versión ampliada sobre la teoría de la relatividad de Einsten.La madre de Jacob, dudaba de las capacidades de su hijo, pues no estaba segura si decía tonterías o realmente era un genio por lo que envió un video de su teoría al …

The hidden tyranny: children diagnosed and drugged for profit

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Not everyone has fallen for the grand hoax: 20 million kids worldwide diagnosed with mental disorders, necessitating psychiatric drugs for years or life. Some individuals are speaking out. Yet so many parents, kids and schools have fallen prey to one of the most insidious yet most profitable misinformation campaigns of modern society.Kids who fidget, get distracted or bored easily, talk too much (or too little), defy rules, are not as obedient as some adults may like or have mood swings, are liable to be tagged with Attention Deficit Hyperactivity Disorder, Oppositional Defiant Disorder, Bipolar Disorder, Avoidant Personality Disorder or other such ills. In short, what used to be known as typical child and adolescent behavior has been redefined as mental illness.ADHD is the disorder most commonly assigned to kids (over five million in the U.S.). Statistical studies in the U.S. and other nations show boys are far more likely than girls to be branded with ADHD and prescribed stimulants.…

Indiana whiz kid with Asperger's, age 12, pursues astrophysics research

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INDIANAPOLIS – When Jacob Barnett (pictured) first learned about the Schrodinger equation for quantum mechanics, he could hardly contain himself.For three straight days, his little brain buzzed with mathematical functions.From within his 12-year-old, mildly autistic mind, there gradually flowed long strings of plusses, minuses, funky letters and upside down triangles — a tapestry of complicated symbols that few can understand.He grabbed his pencil and filled every sheet of paper before grabbing a marker and filling up a dry erase board that hangs in his bedroom. With a single-minded obsession, he kept on, eventually marking up every window in the home.Strange, say some.Genius, say others.But entirely normal for Jacob, a true child prodigy."Whenever I try talking about math with anyone in my family," he says, "they just stare blankly."So do many of his older classmates at Indiana University-Purdue University Indianapolis, who marvel at seeing this scrawny little kid…

Profissionais de saúde e educação têm dificuldade em reconhecer dislexia, aponta pesquisa

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A dislexia, um distúrbio de aprendizagem para ler, escrever e soletrar atinge de 4% a 17% da população, mas é pouco conhecido, inclusive por especialistasO que Walt Disney, Albert Einstein e Bill Gates têm em comum? Os três apresentaram, ou apresentam no caso de Gates, um distúrbio de aprendizagem conhecido como dislexia. O distúrbio afeta de 4% a 17% da população, mas ainda é pouco conhecido por profissionais de saúde e educação, aponta pesquisa divulgada pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (FCMSCSP).Um estudo realizado pela fonoaudióloga Camila Andrioli Lacerda, quando era aluna da Santa Casa, indica que cerca de 70% dos profissionais das áreas de saúde e educação têm pouco conhecimento sobre o distúrbio. Ela entrevistou 186 profissionais de 11 áreas, entre pedagogos, fonoaudiólogos, pediatras, psiquiatras e neurologistas. A conclusão é que, embora comum, o distúrbio é pouco conhecido. O trabalho será apresentado na Associação Britânica de Dislexia, no Rein…

Jovem de 13 anos frequenta três cursos universitários

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Kouichi Cruz é o mais jovem aluno da Faculdade de Matemática, Astronomia e Física (FAMAF) da Universidade de CórdobaTem 13 anos, é argentino e é o aluno mais novo da Faculdade de Matemática, Astronomia e Física (FAMAF) da Universidade de Córdoba. E, se um curso universitário aos 13 anos já seria de pasmar, Kouichi Cruz frequenta ainda outros dois cursos em simultâneo: engenharia informática e ciências económicas.Kouichi é filho único e mora com uma tia, Alejandra Perez, na cidade de Córdoba.«Kouichi está a ter a infância que quer ter. Ele é feliz assim, a estudar», explicou à BBC Brasil a tia Alejandra Perez.Quando Kouichi era bebé, a família chegou a pensar que fosse autista. Mas aos quatro anos de idade os exames médicos indicaram que tinha o QI mais alto do que a média das crianças da sua idade.«Kouichi sempre soube o que quis: estudar matemática, informática, engenharia. Para ele, são carreiras que se complementam», conta a tia.A rotina do jovem é diferente do dia-a-dia dos outros…