1.4.11

Jacob Barnett de 12 anos complementa teoria de Einstein

Criança de 12 anos complementa teoria de Einstein

Um estudante norte-americano de 12 anos pretende criar uma versão "mais elaborada" da Teoria da Relatividade, de Albert Einstein. Jacob Barnett tem QI de 170 pontos, mais 10 que os 160 do criador da fórmula E=mc2, e cativou a atenção de professores universitários dos Estados Unidos pela sua rara inteligência. Veja o vídeo.
Jacob Barnett teve uma infância diferente dos demais colegas de escola. O pré-adolescente de Indiana, EUA, que tem aulas de astrofísica regularmente desde os oito anos, sofre da síndrome de Asperger, uma variação do autismo, e sempre se interessou por cálculos complexos de álgebra e pelo desenvolvimento de novos modelos para o estudo de trigonometria e geometria variáveis. Questões difíceis até para adultos.
Kristine Barnett, mãe do menino, não sabia, no início, se as conversas do filho sobre física e matemática eram disparates ou se a criança se tratava de um génio. Na dúvida, a mãe gravou um vídeo e enviou para professores da prestigiada Universidade de Princeton, Nova Jérsia, que ficaram impressionados com a inteligência do miúdo.
Para a mãe de Jacob, Kristine, de 36 anos, e o resto da família, matemática e física sempre foram assuntos complicados.
"Eu chumbaria em matemática. Sei que isto não vem de mim", disse a mãe de Jacob ao "Indiana Star", sem perder a boa disposição.

Você sabe o que faz a Psicofísica?

Dimensão psicológica
A percepção da luminosidade, um estímulo físico, também possui uma dimensão psicológica.
Estudar a relação entre o ambiente e o mundo mental de representação dos estímulos sensoriais é a tarefa da psicofísica, ciência estudada no Laboratório da Visão do Instituto de Psicologia (IP) da USP.
Segundo a professora Dora Fix Ventura, coordenadora do laboratório, a psicofísica começou com a ideia de se fazer uma quantificação das sensações e saber a que sensações ou magnitudes destas correspondem os estímulos físicos.
Acuidade visual em bebês e crianças
Em humanos, o Laboratório estabelece metodologias para medir sensações e estuda os mecanismos neurais por trás do fenômeno psicológico.
Já com os animais, através da eletrofisiologia (estudo das propriedades elétricas em células e tecidos), o laboratório pesquisa os mecanismos neurais de processamento de estímulos visuais, principalmente no que se refere à visão de cores.
Uma das realizações do Laboratório da Visão foi a participação na descoberta de que alguns vertebrados, como a tartaruga, o beija-flor, alguns peixes e répteis, entre outros, têm visão ultravioleta.
Em humanos, as pesquisas de Solange Rios Salomão, atualmente professora da Universidade Federal Paulista (Unifesp), estabeleceram as normas para testes de acuidade visual em bebês e crianças, utilizados atualmente nos consultórios médicos.
Vários olhares
Dora Fix Ventura conta que o laboratório atende profissionais de áreas diferentes, como engenharia, biologia, educação física, psicologia e terapia ocupacional. Grande parte são pesquisadores de pós-graduação de diferentes unidades da USP.
"As pessoas têm interesses ligeiramente diferentes, aqui encontramos uma área em comum", conta Mirella Guatieri, optometrista. Para Elaine Zachi, psicóloga, quando há uma equipe multidisciplinar disponível é possível estudar o ser humano "com vários olhares".
Mirella está há dez anos no laboratório. Seu trabalho consiste em procurar indícios de alterações visuais de modo precoce, antes da manifestação do problema em pacientes diabéticos, com glaucoma ou intoxicação por solventes orgânicos como tolueno e benzeno.
Eles são encaminhados por médicos do Hospital Universitário (HU) da USP ou do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), que conhecem o trabalho feito no IP.
Síndrome de Asperger
Elaine começou agora uma nova pesquisa, fazendo avaliação neurológica de pacientes com a síndrome de Asperger, e verificando se há um perfil neurológico próprio entre eles.
Seu trabalho contará com o apoio de profissionais com diferentes formações: após coletar os dados, a pesquisadora discutirá com médicos do HC e do Projeto Genoma e também com estatísticos que atuam no laboratório.
Fonte: Agência USP

Pais voltam para escola e auxiliam filhos

Não basta a escola acolher alunos com deficiência e oferecer serviços como salas de recursos - espaços pedagógicos voltados para o atendimento às necessidades especiais. É preciso que os pais participem, acompanhem o processo de aprendizagem e, muitas vezes, até voltem para a sala de aula.
Para ajudar a filha Grazieli, 9 anos, que é surda, a dona de casa Gabriela Nepomuceno, 37, aceitou o desafio e fez no ano passado curso de Libras (Língua Brasileira de Sinais) pela Prefeitura de São Bernardo.
"Em casa temos nossa linguagem, mas na rua tinha dificuldade, porque ela não me compreendia por causa do barulho. Com os sinais facilita."
Há dois anos a garota participa da sala de recursos, onde aprendeu Libras. "É importante porque complementa o trabalho que ela faz com a fonoaudióloga e a psicopedagoga", explica a mãe.
A dona de casa Daiane Barbosa Ferreira, 27, e o autônomo José Mariano da Silva, 32, garantem que compreenderam melhor o filho Felipe, 9, que é autista, a partir das reuniões organizadas pela Prefeitura de Santo André.
"Os professores e profissionais de saúde ensinam como lidar com meu filho, desde ensiná-lo a mexer com tesoura até a higiene", afirma Daiane, que aproveita os ensinamentos também com o caçula, que tem síndrome de down.
As aulas permitiram ao Felipe desenvolver a escrita, copiar e pintar. Para a professora Eliana de Lima, 50, as atividades suprem as dificuldades do dia a dia. "Trabalho com recursos para desenvolver essas habilidades. Por isso, a participação dos pais é importante."
A região atende 1.985 alunos com deficiência em 92 salas de recursos da rede municipal - com exceção de São Caetano, que estuda a implantação das salas, e Mauá e Rio Grande da Serra, que não responderam. Na rede estadual do Grande ABC, são 67 salas.
"Não se pode delegar tudo para a escola. Os pais precisam fazer parte da formação", afirma a presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia, Quezia Bombonatto.
Para a especialista, a sala de recursos deve ser apropriada com material pedagógico e profissional ligado à educação especial. "É um trabalho de inclusão que visa melhorias para o ensino regular, seja para quem vai aprender Libras, braile ou para aqueles com desvio de atenção."
‘Agora vejo uma evolução que antes eu nem imaginava''
A dona de casa de São Bernardo Lindamiris Francisca da Silva, 33 anos, relutou para colocar o filho Thiago, 11, que tem paralisia cerebral, na Emeb (Escola Municipal de Ensino Básico) Arlindo Miguel Teixeira.
A justificativa do atraso é o sentimento de proteção. "Queria que ele estudasse em escola especial. Mas me explicaram da política da inclusão e com nove anos coloquei na escola regular. Agora vejo uma evolução que antes eu nem imaginava, principalmente com a ajuda das aulas na sala de recursos", explica.
Segundo a dona de casa, Thiago está mais atencioso e tranquilo. O garoto estuda de manhã e duas vezes por semana participa da sala de recursos, onde realiza atividades de estímulo com brinquedos e no computador.
Para o professor Augusto Santos Silva, 32, o espaço ajuda na evolução escolar das crianças. "O aluno é atendido para desenvolver habilidades necessárias para o seu aprendizado. Isso reflete no desempenho do ensino regular." Na escola, são atendidos 35 alunos do Ensino Fundamental e do EJA (Educação para Jovens e Adultos).
Antes de iniciar as aulas, os pais são entrevistados e recebem orientação para estimular o filho em casa. Além de complementar o ensino, o professor da sala de recursos mantém contato direto com as lições da escola regular para que possa orientar e oferecer materiais que sejam trabalhados em sala de aula.

Niño genio supera las capacidades de Albert Einstein

Jacob Barnett de 12 años de edad, posee un IQ de 170 creando su propia versión sobre la teoría de la relatividad; podría obtener un doctorado
Un niño prodigio de 12 años de edad, ha sorprendido a profesores universitarios tras resolver algunos de los conceptos más avanzados en matemáticas, Jacob Barnett con un IQ de 170 –mayor que el del propio Albert Einstein- ha resultado ser un genio en la Universidad de Indiana por lo que profesores buscan otorgarle un doctorado en investigación.
 Barnett, aprendió por sí mismo cálculo, álgebra, geometría y trigonometría en tan sólo una semana ofreciendo clases a sus compañeros universitarios después del horario escolar, recoge Daily Mail.
El pequeño prodigio ha realizado su más ambicioso proyecto hasta ahora, creando su propia versión ampliada sobre la teoría de la relatividad de Einsten.
La madre de Jacob, dudaba de las capacidades de su hijo, pues no estaba segura si decía tonterías o realmente era un genio por lo que envió un video de su teoría al Instituto de Estudios Avanzados, cerca de la Universidad de Princeton.
El niño de 12 años, padece el síndrome de Asperger,  un síndrome que es similar al autismo, pero con la distinción que los que tienen por lo general funcionan mejor, tienen una inteligencia normal y normal desarrollo del lenguaje-cercano, sin embargo, raros son los casos en los que la capacidad, brillantez o talento contrastan fuertemente con las limitaciones generales.
De acuerdo con el profesor del Instituto de Astrofísica, Scott Tremaine, experto y de renombre mundial, confirmó la autenticidad de la teoría de Jake.
En un correo electrónico a la familia, Tremaine escribió: "Estoy impresionado por su interés en la física y la cantidad que ha aprendido hasta ahora".
 "La teoría en la que está trabajando intervienen varios de los problemas más difíciles de la astrofísica y la física teórica, cualquier persona que resuelve estos estarán en línea para un Premio Nobel".
A la edad de tres años, logró armar un rompecabezas de cinco mil piezas e incluso estudió un mapa de carreteras del Estado, recitando todas las carreteras y el prefijo de la placa de la memoria.
A los ocho años había dejado la escuela secundaria y estaba asistiendo a la Universidad de Indiana a clases avanzadas de astrofísica.

The hidden tyranny: children diagnosed and drugged for profit

Not everyone has fallen for the grand hoax: 20 million kids worldwide diagnosed with mental disorders, necessitating psychiatric drugs for years or life. Some individuals are speaking out. Yet so many parents, kids and schools have fallen prey to one of the most insidious yet most profitable misinformation campaigns of modern society.
Kids who fidget, get distracted or bored easily, talk too much (or too little), defy rules, are not as obedient as some adults may like or have mood swings, are liable to be tagged with Attention Deficit Hyperactivity Disorder, Oppositional Defiant Disorder, Bipolar Disorder, Avoidant Personality Disorder or other such ills. In short, what used to be known as typical child and adolescent behavior has been redefined as mental illness.
ADHD is the disorder most commonly assigned to kids (over five million in the U.S.). Statistical studies in the U.S. and other nations show boys are far more likely than girls to be branded with ADHD and prescribed stimulants.
A recent article entitled "Sedation nation: The cost of taking boisterous out of boys," reports five times as many Australian boys being medicated with Ritalin than girls. The author asks, "Are we in danger of seeing boyhood itself as a disorder?" She cites an example of a 10-year old very bright and sporty boy who got into a skirmish on a cramped school playground. No damage occurred, no blood, yet this led at once to a referral for psychiatric treatment.
This situation can be worse for African-American males. Umar R. Abdullah-Johnson, a psychologist and activist for the educational rights of black boys, has traveled to schools across the country. In a recent article headed "Psycho-Slavery," he writes, "It has become a travesty of epic proportions; black boys are being sent in record numbers to the psychiatrist for mind-altering medications that come with a plethora of side effects." He reports that in many classrooms, 50 percent of the black male students are being referred for medication. Some children are evaluated, diagnosed and prescribed in less than five minutes.
Abdulla-Johnson points out the hypocrisy of a society that has declared a War on Drugs yet is so busily drugging a generation of black boys on substances which often lead to illegal drugs later in their lives. "They claim to LEAVE NO CHILD BEHIND," he writes, "but are totally content leaving our boys with side effects from these drugs years after they have graduated from school, if they ever graduate at all."
This system coerces youth into obedient conformity with a psychiatric standard of normality. Kids are also left with a message that they can't cope with school or life without drugs.
But let's look at history:
Thomas Edison, one of the world's most prolific inventors, was kicked out of school at an early age as his teacher lost patience with his persistent questions and wandering mind. Where would we be now if his creative spirit had been numbed by prescription drugs?
Albert Einstein, father of modern physics, was a quiet child who kept his distance from his peers. He resented the rote learning methods enforced in school and was labeled a foolish day dreamer. Imagine if he had been medicated into conformity.
William Churchill, the great statesman and orator, had an independent and rebellious nature as a youth and was often in trouble. Surely he would have been deemed ODD (Oppositional Defiant Disorder) by today's psychiatric standards.
Frederick Douglass, one of the foremost leaders of the abolitionist movement (and a blood relative of Umar R. Abdullah-Johnson, quoted above) began defying the rules for blacks when he was a child. And the list goes on.
The massive propaganda asserting the validity of these disorders and efficacy of these medications is staggering. However a 731-page report from the Drug Effectiveness Review Project of Oregon State University in 2005 - analyzing 2,287 separate studies around the world - found inadequate evidence to show that drugs used to treat ADHD are safe in the long term or help school performance. (http://psychrights.org/articles/Tac...).html)
No medical tests are used for diagnoses. Yet most diagnosed youths are put onto highly toxic drugs which have been shown to cause insomnia, stunted growth, hallucinations, anxiety, heart attacks, psychosis, violence, suicide and sudden death.
Peter Breggin MD, a leader in psychiatric reform, stated in the Huffington Post, "Our society's particular form of child abuse is the psychiatric diagnosing and drugging of our children." And, "all psychoactive substances from alcohol and marijuana to psychiatric drugs reduce and compromise the function of brain and mind, and none improve it." Even toddlers are being assigned mental disorders and prescribed such drugs.
Many clinicians fear that prescribing stimulants to children may foster a drug habit and lead them later to illegal stimulants, such as cocaine and crystal meth. A recent UCLA research project confirms this concern. They analyzed 27 long-term studies that followed 4,100 children diagnosed with ADHD and 6800 without ADHD into adolescence and young adulthood. The ADHD-diagnosed kids were two to three times more likely than other children to develop serious substance abuse problems. (Per a Consumer Reports survey, 84 percent of ADHD-labeled children are treated with medications.)
So if these drugs are so harmful, why do drug companies market them so heavily for kids?
"Children are known to be compliant patients and that makes them a highly desirable market for drugs," says former drug company sales rep Gwen Olsen, author of Confessions of an Rx Drug Pusher. "Children are forced by school personnel to take their drugs, they are forced by their parents to take their drugs, and they are forced by their doctors to take their drugs. So, children are the ideal patient-type because they represent refilled prescription compliance and 'longevity.' In other words, they will be lifelong patients and repeat customers for Pharma."
ADHD, ODD, Bipolar and the others were voted into existence by APA committees and made official by issuance in the Diagnostic Statistical Manual. A 2006 investigation by the University of Massachusetts and Tufts University disclosed that the majority of the committee members had financial ties to drug companies. (www.tufts.edu/~skrimsky/PDF/DSM%20C...)
The psychiatric and pharmaceutical industries admittedly do not cure anything, but only claim to manage symptoms with their psychoactive drugs.
Vice president of drug giant Bristol-Myers Squibb recently announced FDA approval for an expanded use of their bipolar blockbuster. He states, "Because bipolar disorder is a lifelong and recurrent illness, this labelling update provides physicians with the option to prescribe Abilify as an add-on to either lithium or valproate as a long-term treatment to help manage symptoms of Bipolar I Disorder." Translation for bipolars: "You'll be hooked on our medications for life."
Psychiatric drugging of children is big, big money, raking in billions a year.
But it's also a form of tyrannical social control. By classifying out-of-the-box, divergent behavior as "mental disorders" that must be subdued with medication, our next generation is conditioned into being good robots who know not to deviate from the status quo.
It seems we better pay more heed to Thomas Jefferson's warning: "All tyranny needs to gain a foothold is for people of good conscience to remain silent."
Sources include:
About the author:
Monica G. Young is a human rights investigator and educational writer with a purpose to expose the truth about the pharmaceutical and psychiatric industries and safeguard human liberty. She encourages non-drug alternative approaches based on healthy lifestyles and human decency. She supports the Citizens Commission on Human Rights and like-minded groups. For more facts and video documentaries, see cchr.org

Indiana whiz kid with Asperger's, age 12, pursues astrophysics research

INDIANAPOLIS – When Jacob Barnett (pictured) first learned about the Schrodinger equation for quantum mechanics, he could hardly contain himself.
For three straight days, his little brain buzzed with mathematical functions.
From within his 12-year-old, mildly autistic mind, there gradually flowed long strings of plusses, minuses, funky letters and upside down triangles — a tapestry of complicated symbols that few can understand.
He grabbed his pencil and filled every sheet of paper before grabbing a marker and filling up a dry erase board that hangs in his bedroom. With a single-minded obsession, he kept on, eventually marking up every window in the home.
Strange, say some.
Genius, say others.
But entirely normal for Jacob, a true child prodigy.
"Whenever I try talking about math with anyone in my family," he says, "they just stare blankly."
So do many of his older classmates at Indiana University-Purdue University Indianapolis, who marvel at seeing this scrawny little kid in the front row of the calculus-based physics class he has been taking this semester.
Elementary school couldn't keep Jacob interested. And college courses at IUPUI have only served to awaken a sleeping giant.
Just a few weeks shy of his 13th birthday, Jake, as he's often called, is starting to move beyond the level of what his professors can teach.
In fact, his work is so strong and his ideas so original, he's being courted by a top-notch East Coast research center. IUPUI is interested in him moving from the classroom into a funded researcher's position.
"We have told him that after this semester ... enough of the book work. You are here to do some science," said IUPUI physics professor John Ross, who vows to help find some grant funding to support Jacob and his work.
"If we can get all of those creative juices in a certain direction, we might be able to see some really amazing stuff down the road."
Teenage college student?
Developer of his own original theory on quantum physics?
Paid researcher at 13?
This is not what Jacob's parents expected from a child whose first few years were spent in silence.
Autism, Asperger's, genius?
Because he was diagnosed with a mild form of autism at the age of 2, it was natural for some to suspect that Jacob Barnett might be a savant, a condition made famous in movies like "Rainman." But experts interviewed by the Star say it's more likely that Jacob actually had traits of a child with autism or Asperger's disease.
"Oh my gosh, when he was 2, my fear was that he would never be in our world at all," said Kristine Barnett, 36, Jacob's mother.
"He would not talk to anyone. He would not even look at us."
Child psychologists assessed Jacob at the time and diagnosed behavioral characteristics of a borderline autistic child. He was impaired, they said, and had difficulty showing emotion and interacting with others.
"My biggest fear," his mom said last week, with tears welling up in her eyes, "was that he had lost the ability to say I love you to us."
By age 3, Jacob was the focus of a more intense evaluation from a team of psychologists, therapists and a diagnostic teacher.
Their report indicated that while Jacob continued to struggle with social activities and physical development, he was showing signs of academic skills that were above his age level.
Diagnosis: Asperger's syndrome, a somewhat milder condition related to autism.
After hearing this, Jacob's parents decided to pay closer attention to the things their first-born son was doing — rather than the things he was not.
For example, Jacob often recited the alphabet — forward and then backward. He used Q-tips to create vivid geometrical shapes on the living room floor. He solved 5,000 piece puzzles (rather quickly). And he once soaked in a road atlas and ended up memorizing every highway and license plate prefix.
And perhaps most amazingly, he could recite the mathematical constant Pi out to 70 digits.
"I'm at 98 now," Jacob said, interrupting his mom during an interview.
And then, a week later, he was up to 200 digits after the decimal point — forward and backward.
The Barnetts decided it was time to follow Jacob's lead, adopting a method that some parents of autistic children use — floor-time therapy — to help foster developmental growth. They let their children focus intently on subjects they like, rather than try to conform them to "normal" things.
For Jacob, that meant astronomy. As a 3-year-old, he loved looking at a book about stars, over and over again.
So off they went on a tour of the Holcomb Observatory and Planetarium at Butler University.
Kristine Barnett will never forget the day.
"We were in the crowd, just sitting, listening to this guy ask the crowd if anyone knew why the moons going around Mars were potato shaped and not round," she recalls. "Jacob raised his hand and said, 'Excuse me, but what are the sizes of the moons around Mars?'."
The lecturer answered and "Jacob looked at him and said the gravity of the planet ... is so large, that (the moon's) gravity would not be able to pull it into a round shape."
Silence.
"That entire building ... everyone was just looking at him, like, who is this 3-year-old?"
After that, the Barnetts began to feed Jacob's hunger for knowledge, through more books and more visits to the planetarium. By the time he was 8, he got permission to sit in on an advanced astronomy class at IUPUI.
Meanwhile, his math skills were reaching astronomical levels.
By the time he was in fifth-grade, Jake had become bored with elementary math.
He was coming home from school quiet, huddling in a safe space in the house and starting to show signs of withdrawing.
"I was really afraid we were going to lose him back into the world he was in when he was 2," said his mom.
That did not happen to Jacob, thanks in part to a third psychological evaluation done nearly two years ago that showed that this fifth-grader was not regressing, but was simply bored and needed to be stimulated — in a very big way.
As in dropping out of school.
"Indeed, it would not be in Jacob's best interest to force him to complete academic work that he has already mastered," said clinical neurophysiologist Carl S. Hale of Merrillville, Ind., in a report provided by the Barnetts.
"He needs work at an instructional level, which currently is a post college graduate level in mathematics, i.e., a post master's degree. In essence, his math skills are at the level found in someone who is working on a doctorate in math, physics, astronomy and astrophysics."
Encouraged by this new assessment, the Barnetts made the tough decision to enroll Jacob in IUPUI's early college entrance program that caters to gifted and talented kids — although, typically they are advanced high schoolers, not 12-year-old whiz kids.
"You could tell right off the bat, his performance has been outstanding," said professor Ross, who at age 46 with a doctorate from Boston University, has never seen a kid as smart as Jacob.
"When he asks a question, he is always two steps ahead of the lecture," Ross said. "Everyone in the class gets quiet. Poor kid ... he sits right in the front row and they all just look at him."
Jacob is driven by mom or dad from his home in Hamilton County to IUPUI's campus, where he attends classes a few days each week. In between classes, he spends time at the Honors College lounge, where he has become a go-to guy for much older classmates needing tutoring.
"A lot of people come to him for help when they don't understand a physics problem," said Wanda Anderson, his class partner. "A lot of people think a genus is hard to talk to, but Jake explains things that would still be over their head."
Despite this new experience, his parents insist that Jacob remain close with his friends in Westfield.
He likes playing video games ("Guitar Hero" and "Halo Reach" are his current favorites). He plays basketball with friends, has a girlfriend and recently attended his first dance.
A normal kid.
But then, late at night, when the TV is off, the homework is done and everyone in the house is sleeping — the numbers start to percolate again.
They percolate so much that he has trouble sleeping at night.
"A lot keeps me awake," he said. "I scare people."
The numbers that keep him from snoozing are the same that led him to develop his own theory of physics — an original work that proposed a "new expanded theory of relativity" and takes what Einstein developed even further.
His mom decided to send a video of Jacob explaining his theory to the Institute for Advanced Study near Princeton University— one of the world's leading centers for theoretical research and intellectual inquiry.
That's where astrophysics professor Scott Tremaine does his work. Tremaine is an expert in the evolution of planetary systems, comets, black holes, galaxies.
In a letter back to the Barnetts, Tremaine confirmed the brilliance.
"I'm impressed by his interest in physics and the amount that he has learned so far," Tremaine wrote in an e-mail, provided by the family. "The theory that he's working on involves several of the toughest problems in astrophysics and theoretical physics.
"Anyone who solves these will be in line for a Nobel Prize."
Contacted by the Star, Tremaine confirmed the exchange of notes.
"I have seen a YouTube video in which Jake describes his theory and I have spoken with his mother and corresponded with both her and Jake by e-mail," said Tremaine. "I hope that Jake continues his interest in physics and mathematics in the future."
Fonte:  The Indianapolis Star:

Profissionais de saúde e educação têm dificuldade em reconhecer dislexia, aponta pesquisa

A dislexia, um distúrbio de aprendizagem para ler, escrever e soletrar atinge de 4% a 17% da população, mas é pouco conhecido, inclusive por especialistas
 O que Walt Disney, Albert Einstein e Bill Gates têm em comum? Os três apresentaram, ou apresentam no caso de Gates, um distúrbio de aprendizagem conhecido como dislexia. O distúrbio afeta de 4% a 17% da população, mas ainda é pouco conhecido por profissionais de saúde e educação, aponta pesquisa divulgada pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (FCMSCSP).
Um estudo realizado pela fonoaudióloga Camila Andrioli Lacerda, quando era aluna da Santa Casa, indica que cerca de 70% dos profissionais das áreas de saúde e educação têm pouco conhecimento sobre o distúrbio. Ela entrevistou 186 profissionais de 11 áreas, entre pedagogos, fonoaudiólogos, pediatras, psiquiatras e neurologistas. A conclusão é que, embora comum, o distúrbio é pouco conhecido. O trabalho será apresentado na Associação Britânica de Dislexia, no Reino Unido, em junho.
Em entrevista à Rede Brasil Atual, Camila explicou que o desconhecimento da dislexia, em parte, é resultado de lacunas no currículo das universidades que pouco ou nada abordam sobre o tema.  Das diversas áreas pesquisadas, a especialista avalia que o pior quadro foi encontrado entre os psicólogos.
A diretora do Curso de Fonoaudiologia da faculdade, Ana Luiza Navas, analisa que “o diagnóstico não é fácil”, porque a dificuldade para aprender pode ter diversas origens. “A criança pode enxergar mal ou ter uma deficiência auditiva”, relata. Além disso, pessoas com dislexia podem ser rotuladas de preguiçosas e pouco inteligentes.
Na ausência de uma formação aprofundada durante a universidade, a pesquisadora sugere que  os profissionais busquem uma “educação continuada”. “O quadro é grave, levando-se em conta o (grande) número de pessoas que sofrem com esse distúrbio”, relata. Camila analisa que são necessárias campanhas de divulgação sobre o distúrbio e políticas públicas voltadas para os disléxicos. “Fora do país há direitos específicos para pessoas disléxicas, como prova oral na escola, tempo maior para realizar as provas”, elenca.
Para Maria Ângela Nogueira Nico, coordenadora científica da Associação Brasileira de Dislexia (ABD) e especialista em avaliação e tratamento de dislexia, é essencial que professores e pediatras – que habitualmente convivem com crianças –, conheçam o transtorno para dar encaminhamento adequado. “Esses profissionais não podem avaliar mas teriam de conhecer o que é dislexia para encaminhar para uma equipe multidisciplinar”, pleiteia a especialista.
Linguística prejudicada
A dislexia é um dos diversos distúrbios ou transtornos de aprendizagem que podem surgir na época da alfabetização, explica Maria Ângela. Crianças e adultos com dislexia têm uma disfunção neurológica que é genética e hereditária. “Não é lesão, não é uma doença, não tem cura”, esclarece a coordenadora científica da ABD.
No caso da dislexia, os efeitos do distúrbio manifestam-se na aprendizagem de habilidades como ler, escrever e soletrar. “Eles têm desenvolvimento normal, mas vão falhar na hora de aprender a ler e escrever”, diz Maria Ângela.  Pessoas disléxicas também podem ter dificuldades de organização temporal e espacial, de memória, para aprender uma segunda língua e relacionadas à matemática.
Um dado que chama atenção a especialista é que, na maioria das vezes, criança e adultos com dislexia têm inteligência superior à média. “O disléxico é inteligente. Se não for inteligente não é disléxico”, diferencia Maria Ângela. “Tem de ouvir bem, enxergar bem, falar bem.  Senão, não é dislexia”, complementa.
Crianças com pais ou parentes disléxicos são candidatas a ter o transtorno. Elas sofrem com atraso na fala e para começar a andar. Ao iniciarem a alfabetização terão dificuldades para fazer relações entre letras e sons. “A parte linguística é muito prejudicada”, indica a especialista.
Durante a alfabetização, as crianças trocam letras, como "vaca" por "faca", "prato" por "parto" ou "pato". Também erram ao juntar ou separar partes de palavras: "de repente" transforma-se em "derrepente" (sic) e "comigo" pode ser separado, ilustra a fonoaudióloga.  Ao longo de todo o ensino fundamental e médio, as pessoas com dislexia terão problemas para ler e escrever.
Sofrimento emocional
Quando não há identificação e tratamento da disfunção ainda na infância, os jovens e adultos com o problema costumam sofrer com o “emocional abalado”, indica Maria Ângela  “Eles não conseguem entender o que tem. São muito inteligentes e vão conseguir seus objetivos com a ajuda correta”, ilumina.
Sem o acompanhamento adequado, podem ter um subaproveitamento ao longo de toda a vida. “Há pessoas com traumas terríveis que não podem pensar em fazer exames”, descreve.
Em diversos países há escolas especiais para disléxicos. Embora no Brasil não exista, cita a especialista, as escolas estão acolhendo melhor as crianças. “O professor pode dar mais tempo para o aluno copiar as lições da lousa. Eles são mais lentos para copiar”, informa. “Acabam fazendo mais provas orais que escritas e os professores dão trabalhos para juntar com as notas”, exemplifica.
Além de Bill Gates – que já teria manifestado preferência pela contratação de disléxicos em sua empresa, por considerá-los muito criativos –, Einstein e Disney, somam-se à lista de famosos e notáveis com dislexia, personalidades como a cantora e atriz Cher e a atriz Whoopi Goldberg, menciona Maria Ângela.
“O professor de Einstein sugeriu que ele fosse deficiente mental e fosse tirado da escola. Ele só foi alfabetizado aos nove anos, pela própria mãe”, conta a fonoaudióloga.

Jovem de 13 anos frequenta três cursos universitários

Kouichi Cruz é o mais jovem aluno da Faculdade de Matemática, Astronomia e Física (FAMAF) da Universidade de Córdoba
Tem 13 anos, é argentino e é o aluno mais novo da Faculdade de Matemática, Astronomia e Física (FAMAF) da Universidade de Córdoba. E, se um curso universitário aos 13 anos já seria de pasmar, Kouichi Cruz frequenta ainda outros dois cursos em simultâneo: engenharia informática e ciências económicas.
Kouichi é filho único e mora com uma tia, Alejandra Perez, na cidade de Córdoba.
«Kouichi está a ter a infância que quer ter. Ele é feliz assim, a estudar», explicou à BBC Brasil a tia Alejandra Perez.
Quando Kouichi era bebé, a família chegou a pensar que fosse autista. Mas aos quatro anos de idade os exames médicos indicaram que tinha o QI mais alto do que a média das crianças da sua idade.
«Kouichi sempre soube o que quis: estudar matemática, informática, engenharia. Para ele, são carreiras que se complementam», conta a tia.
A rotina do jovem é diferente do dia-a-dia dos outros meninos da sua idade. «Ele estuda de manhã e também à tarde. E em casa, quando não está a resolver problemas de matemática, gosta de assistir a alguns programas de comédia na televisão», conta a tia.
Ao contrário dos jovens da sua idade, o futebol e outros desportos não fazem parte dos interesses de Kouichi.
No primeiro dia de aulas, esta semana, o jovem universitário de 13 anos disse ao jornal argentino Clarín que as aulas foram mais fáceis do que imaginou. «A aula não foi tão simples como no segundário, mas também não foi tão complicada como cheguei a imaginar».