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Teen drivers with ADD a problem on the road

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It was hard to miss the bright yellow Student Driver bumper sticker on the back of the car driven by Tosha Mulligan.
Getting a driver's license is a rite of passage for many teenagers, but the process was a bit more challenging for 19-year-old Mulligan of Acworth, Georgia. She has attention deficit disorder.
When she gets behind the wheel, she said, "Sometimes my mind wanders off."She's not alone. Researchers reported driving can be a serious problem for teens with ADD and attention deficit hyperactivity disorder. Motor vehicle accidents already are the leading cause of death among teenagers in the U.S., according to the National Highway Traffic Safety Administration.
Experts such as Russell Barkley say ADD and ADHD compound the problem.
Barkley, a psychiatry professor at the Medical University of South Carolina, is a widely recognized expert on ADD and driving. He has investigated the topic for 15 years and conducted a half-dozen studies, some of which have been publi…

Solitários são mais vulneráveis

A sabedoria popular sempre suspeitou, os poetas bem que avisaram, e a ciência agora tirou a última gota de dúvida: a falta de amigos causa arteriosclerose, inflamações, diabetes, contrações nos vasos sanguíneos e pode até matar. E a amizade? Bom, essa aí é o antídoto: ajuda a equilibrar a mente e evitar doenças pelo corpo.
"Especialmente se for aquela amizade que satisfaz a nossa necessidade de trocar confidências e acreditar em alguém sabendo que você vai ter apoio quando precisar", diz a psicóloga Louise Hawkley, da Universidade de Chicago.
Era preciso um choque de ciência para desvendar o mistério. A voluntária não reclama do tamanho da injeção. Não dói. O silicone é só para ativar as conexões entre os sensores e o cérebro.
Há sete anos, neurocientistas, psicólogos e biólogos de três universidades americanas estudam os efeitos das relações sociais na saúde de 1,2 mil pessoas. Elas passam por testes sensoriais, fazem também exames de saúde e um diário, contando os segredos de…

Amigo bicho

Aposentadoria, dificuldades financeiras, solidão. Tudo veio ao mesmo tempo. O coração do aposentado Walter Caetano Costa não agüentou. Foram três enfartes e uma grande depressão.
"Eu perdi 70% do meu coração. É muito complicado para a cabeça saber que isso não tem volta e ter que lidar com isso. É preciso ser muito forte emocionalmente", diz ele.
Foi com a ajuda de um velho amigo que Walter voltou a sentir prazer pela vida: Athos, o cão beagle da família.
"Ele foi meu parceiro de vida, meu companheiro. Ficava deitado ao meu lado, brincava comigo. Eu conversava com ele. Nesse retorno à vida, ele me deu carinho, atenção e dedicação", conta o aposentado.
Hoje, Athos é um retrato na parede. O amigo morreu deixando uma lição. "Ele não cobra nada, não pede nada, nem comida se você não der. Ele vai em busca. E nessa busca eu voltei a aprender", conta Walter, que faz exames regularmente no Instituto do Coração (Incor). O médico reconhece que a amizade com o cachorro …

Faltam leitos para doente mental

São Paulo - A mudança no modelo de assistência à saúde mental no Brasil deveria ter resultado na criação de uma rede descentralizada de atendimentos, longe dos antigos hospitais psiquiátricos. Hoje, porém, o que se constata é a falta de serviços especializados para receber os pacientes. Os 1.202 Centros de Atenção Psicossocial (Caps) - principal recurso terapêutico -, por exemplo, representam uma cobertura de 0,51 unidades por 100 mil habitantes, pouco mais de 50% do necessário. Esse não é o único problema. A relação de leitos destinados a pacientes psiquiátricos em hospitais-gerais no País é de apenas 0,25 por mil habitantes, quando deveria ser de, no mínimo, 0,45, segundo definições da Política Nacional de Saúde Mental.
O resultado dessas carências é a criação de uma demanda reprimida por tratamento adequado. Ou seja, pessoas que não recebem a atenção necessária. "A expansão está se dando de forma lenta, pois ainda há dificuldades em instalar esses leitos", reconhece Karime…

Menino de três anos chama ambulância e salva mãe

Um menino de três anos de idade salvou a vida de sua mãe ao ligar para o número de emergência no Reino Unido --999-- depois que ela sofreu um ataque epiléptico, no sábado.
Jack Thompson usou o telefone celular de sua mãe para ligar para os serviços de emergência e disse que ela estava deitada e doente no corredor da casa, e que seu pai estava no trabalho.
A ligação caiu no meio, mas o menino encontrou outro celular na casa e fez nova chamada.
Ele não conseguiu dizer onde morava, mas a segunda ligação permitiu que a telefonista rastreasse sua locação, em Lochgelly, Fife, na Escócia.
O menino de três anos, Jack Thompson, estava em casa com suas irmãs Holly, de dois anos e a bebê Kirsty quando sua mãe sofreu o ataque.
Depois do telefonema, a polícia e paramédicos forçaram a entrada dentro da casa e encontraram a mãe de Jack, Leanne, deitada no corredor de entrada.
Os paramédicos a atenderam e ela está se recuperando em casa.
A polícia elogiou o menino por sua resposta rápida ao incidente. Segun…

Você se desconecta e seu cérebro, não; resultado: tédio

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Estado muitas vezes é ligado à depressão e compulsão por comida e drogas
Até as vidas mais fabulosas e que alçam os vôos mais altos atingem momentos de marasmo. Estrelas de cinema ficam presas em filas do departamento de trânsito. Primeiros-ministros se assentam com sorrisos congelados em eventos de Estado intermináveis. Rappers esbanjadores e podres de ricos ficam à toa e aguentando tardes de agosto vazias, andando pela mansão, conferindo a geladeira, olhando para esmo pela janela, escutando jogo pelo rádio. Então vem o pensamento: Quando será mesmo que chega a correspondência?
Os cientistas sabem muito sobre o tédio, também, embora mais como resultado do estudo de grupos de dados sem sentido do que a partir do estudo do próprio estado mental. Muita da pesquisa sobre o assunto estava concentrada na má companhia que o tédio costuma ter, desde a depressão e a compulsão por comida até o fumo e o uso de drogas.
Apesar disso, o tédio e mais do que uma mera perda de interesse ou um precursor…

Estudo ajuda a revelar segredos sobre como o cérebro vê

Experimento tentou iludir macacos, para revelar mecanismo responsável.
Teste fez símios pensarem que veleiros e xícaras eram o mesmo objeto.
Cientistas que iludiram macacos trocando imagens de barcos a vela por xícaras descobriram como o cérebro aprende a reconhecer objetos, uma descoberta que pode levar a robôs capazes de "ver".
"Uma das questões centrais de como o cérebro reconhece objetos e rostos é que a pessoa essencialmente jamais vê a mesma imagem duas vezes", disse James DiCarlo, professor associado de neurociências no MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts).
Ele disse que os seres humanos não encontram problemas para reconhecer um cachorro, não importa que ele esteja correndo, deitado, abanando o rabo ou pedindo comida.
"O padrão de luz nos olhos jamais é o mesmo quando uma pessoa vê um cônjuge ou um cachorro, mas a pessoa sempre reconhece nessas imagens a criatura que ama", disse DiCarlo, cujo estudo foi publicado na última edição da revista &…

Experiências à beira da morte: O que realmente acontece?

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Muitas das pessoas que passam por experiências próximas da morte relatam coisas similares: uma luz branca acolhedora e o “filme” de memórias de coisas que viveu. Mas agora cientistas querem estudar o que realmente acontece ao cérebro e à consciência quando alguém está à beira da morte.
Em um novo estudo chamado AWARE - AWAreness during REsuscitation (Consciência durante a ressuscitação, em tradução livre), médicos irão examinar os pacientes em hospitais na Europa e América do Norte, que chegaram ao estado conhecido como parada cardíaca.
“Ao contrário da percepção popular a morte não é um momento específico”, disse o Dr. Sam Parnia, o coordenador do estudo da Universidade de Southampton, no Reino Unido. “É o processo que começa quando o coração pára de bater, os pulmões param de trabalhar e o cérebro cessa seu funcionamento – uma condição médica chamada parada cardíaca, que do ponto de vista biológico é sinônimo de morte clínica.”
“Durante a parada cardíaca todos os três critérios da mor…

Descobrir autismo em meninas pode ser mais difícil, diz estudo

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Segundo pesquisa, meninas podem ter sintomas diferentes de autismo
Meninas com uma forma mais amena de autismo têm menos probabilidade de serem identificadas e diagnosticadas do que meninos, segundo uma nova pesquisa britânica.
Segundo os pesquisadores, que apresentaram a pesquisa na reunião do Royal College of Psychiatrists, na Grã-Bretanha, as meninas mostram sintomas diferentes e menos sinais mais tradicionalmente associados com o autismo, como comportamento repetitivo.
Os cientistas afirmaram que, devido a este problema, alguns casos de autismo em meninas podem acabar não diagnosticados.
Quase 600 crianças participaram do estudo, 493 meninos e 100 meninas, todos com transtorno do espectro autista.
A maioria, 457, tinha passado por consultas na Clínica de Distúrbios Sociais e de Comunicação no Hospital Great Ormond Street, de Londres.
Os outros casos estudados foram encaminhados pela Clínica de Psiquiatria Infantil do Royal Hospital de Sunderland e da Clínica de Psiquiatria Infantil do …

'Carinho' pode aliviar a dor, diz pesquisa

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Um toque carinhoso pode ajudar a aliviar a dor, ajudar crianças em seu desenvolvimento e auxiliar em tratamentos para depressão, segundo uma pesquisa apresentada nesta semana no Festival de Ciências da Associação Britânica para o Avanço da Ciência, em Liverpool.
Segundo o neurocientista Francis McGlone, da Universidade de Liverpool, um sistema de fibras nervosas presentes na pele responde a toques carinhosos, do mesmo modo que os receptores de dor, e quando estimulado, pode, inclusive, diminuir a atividade nos nervos que transportam a sensação de dor.
O cientista e seus colegas das universidades de Uppsala e Gotemburgo, na Suécia, explicam que há três tipos principais de fibras nervosas na camada exterior da pele. Eles são divididos de acordo com a velocidade com que conduzem - como um fio - as atividades bioelétricas para o cérebro.
Dois desses tipos são chamados de fibras A, e são cobertos por uma camada de gordura (mielina) que atua como um isolamento em volta do fio e contribui para…

Pesquisa destaca como o apoio da família e a descoberta e manutenção do tratamento adequado podem fazer a diferença para manter pacientes com doenças

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Psiquiatras de todo o mundo contribuem com observações sobre os princípios básicos dos cuidados com os pacientes
Os pacientes com doenças mentais graves, tais como esquizofrenia, transtorno esquizoafetivo e transtorno bipolar, podem levar vidas produtivas e satisfatórias. Mesmo assim, uma pesquisa internacional entre psiquiatras esclarece que há grandes barreiras para a saúde a longo prazo que incluem o estigma, os recursos limitados e o medo e as conseqüências da reincidência.
Reunindo as perspectivas de 697 psiquiatras da Austrália, Canadá, França, Alemanha, Itália, Portugal, Espanha, Reino Unido e dos Estados Unidos, a pesquisa utilizou suas observações sobre como os cuidadores familiares, o estigma, a não adesão ao tratamento e a reincidência afetam a vida das pessoas que convivem com estas doenças debilitantes. As descobertas mostraram que os psiquiatras têm visto com freqüência como a reincidência pode ser um golpe devastador tanto para os indivíduos quanto para suas famílias, e c…

Idade do pai pode aumentar risco de transtorno bipolar

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À medida que envelhece, homem tem número maior de mutações
A idade mais avançada de um pai pode estar associada a um maior risco de transtorno bipolar em seus filhos, diz um estudo publicado na edição de setembro da revista científica Archives of General Psychiatry.
O transtorno bipolar, conhecido no passado como psicose maníaco depressiva, é uma condição mental comum em que o paciente apresenta mudanças extremas de humor, com episódios de intensa alegria, euforia e criatividade e também de humor muito baixo e depressão.
Até o presente, excluindo-se um histórico de transtornos psicóticos na família do paciente, poucos fatores de risco haviam sido associados a esta condição.
Estudos anteriores, no entanto, associaram a idade mais avançada por parte do pai a riscos mais altos de doenças como a esquizofrenia e o autismo.
Serviço de saúde
A pesquisadora Emma M. Frans, do Karolinska Institutet, em Estocolmo, na Suécia, e seus colegas identificaram 13.428 pacientes com transtorno bipolar registra…

Desaparecimento de Madeleine McCann

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Desafio da asma

Agência FAPESP – O programa de rádio Pesquisa Brasil do próximo fim de semana terá como destaque a entrevista com o professor Charles Naspitz, fundador da disciplina de alergologia na Universidade Federal de São Paulo.
Especialista em alergia infantil, Naspitz fala sobre o desafio de compreender e tratar a asma. O cientista publicou até o momento 162 artigos científicos e quatro livros que são referência na área, três deles editados apenas em inglês.
Em 2007, a Academia Americana de Alergia, Asma e Imunologia, entidade mais prestigiosa da área no mundo, considerou um trabalho publicado por Naspitz em 1968 como um dos seis mais importantes em alergia e imunologia nos últimos 40 anos.
Nesse estudo desenvolvido durante mestrado na Universidade McGill, no Canadá, Naspitz demonstrou pela primeira vez que grãos de pólen provocam alterações morfológicas nos linfócitos, células de defesa que identificam e ajudam a eliminar microrganismos infecciosos ou substâncias estranhas ao corpo.
A descoberta…

Esporte cerebral

Agência FAPESP – Praticar esportes – ou simplesmente assisti-los – pode ajudar a melhorar as funções cerebrais relacionadas à linguagem, de acordo com um novo estudo realizado na Universidade de Chicago, nos Estados Unidos.
A pesquisa foi realizada com jogadores e torcedores de hóquei, além de pessoas que nunca assistiram ou jogaram uma partida do esporte. Os resultados serão publicados esta semana no site e em breve na edição impressa da revista Proceedings of the National Academy of Sciences (Pnas).
O estudo mostra que a região do cérebro normalmente associada ao planejamento e ao controle de ações é ativada quando jogadores e torcedores ouvem uma conversa sobre o esporte. O impulso ajuda atletas e torcedores a compreender informações sobre seu esporte, mesmo que no momento da conversa a pessoa não tenha intenção de se exercitar.
De acordo com os autores, o cérebro pode ser mais flexível durante a idade adulta do que se estimava. “Atividades não-relacionadas à linguagem, como praticar …

Herbais pesados

Agência FAPESP – Uma análise de produtos utilizados na medicina aiurvédica – baseada em um sistema tradicional da Índia –, vendidos pela internet, verificou que um quinto dos medicamentos contém níveis elevados de chumbo, mercúrio e arsênico.
Segundo a pesquisa, feita nos Estados Unidos, que será publicada na edição de 27 de agosto do Journal of the American Medical Association (Jama), os níveis desses metais excedem os padrões aceitáveis e podem provocar intoxicação.
Remédios à base de plantas da medicina aiurvédica são extremamente populares não apenas na Índia, mas em diversas partes do Sudeste Asiático e em outras regiões e países. “Entretanto, desde 1978 mais de 80 casos de envenenamento apenas por chumbo foram associados com tais medicamentos”, destacaram os autores do estudo.
Os remédios são divididos em dois tipos principais: apenas herbais e “rasa shastra”, uma prática milenar de combinar ervas com metais, minerais ou até mesmo pedras preciosas.
Robert Saper, da Escola de Medicin…

Mulheres têm menos sinapses

Agência FAPESP – Mulheres e homens são diferentes também com relação às sinapses, o ponto de contato entre neurônios onde ocorre a transmissão de impulsos nervosos.
De acordo com um novo estudo, feito na Espanha, os homens têm maior densidade de sinapses em todas as camadas corticais do neocórtex temporal, região envolvida em funções como memória, linguagem e processamento visual. O trabalho será publicado esta semana no site e em breve na edição impressa da revista Proceedings of the National Academy of Sciences (Pnas).
Há muito tempo cientistas buscam por características anatômicas no cérebro humano que possam explicar diferenças cognitivas entre mulheres e homens, especialmente nas regiões corticais que controlam a percepção espacial e a linguagem.
Estudos anteriores revelaram diferenças na densidade de neurônios e outras particularidades nas células nervosas de cada gênero, mas nada havia sido relacionado a funções ou a comportamentos.
Na nova pesquisa, Lidia Alonso-Nanclares, do Inst…

Gordura boa

Agência FAPESP – Além da indesejada gordura branca, cuja função é acumular energia no corpo, o organismo também produz a gordura marrom, que auxilia a queima de calorias ao gerar calor corporal. Dois grupos de cientistas, em estudos independentes, acabam de identificar fatores que regulam a formação da “boa” gordura marrom.
De acordo com os autores das pesquisas, que foram publicadas na edição desta quarta-feira (20/8) da revista Nature, as descobertas poderão ajudar a desenvolver novas terapias contra a obesidade.
O grupo coordenado por Yu-Hua Tseng, do Centro de Diabetes Joslin, da Escola de Medicina Harvard, mostrou que a proteína morfogenética óssea 7 (BMP7, na sigla em inglês) – conhecida por seu papel na indução do crescimento dos ossos – também pode promover a formação de gordura marrom.
Já Bruce Spiegelman, do Instituto do Câncer Dana-Farber, também nos Estados Unidos, e colegas revelaram que o gene PRDM16 regula a transformação de células em músculos ou gordura marrom. A ausênci…

'Comam menos carne', diz principal cientista da ONU

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As pessoas deveriam considerar comer menos carne como uma forma de combater o aquecimento global, segundo o principal cientista climático da Organização das Nações Unidas (ONU).
Rajendra Pachauri, que preside o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), fará a sugestão em um discurso em Londres na noite desta segunda-feira.
Números da ONU sugerem que a produção de carne lança mais gases do efeito estufa na atmosfera do que o setor do transporte.
Mas um porta-voz da União Nacional dos Fazendeiros da Grã-Bretanha disse que as emissões de metano de fazendas estão caindo.
Pachauri acaba de ser apontado para um segundo termo de seis anos como presidente do IPCC, o órgão que reúne e avalia os dados sobre clima dos governos mundiais, e que já conquistou um prêmio Nobel.
"A Organização da ONU para Agricultura e Alimentos (FAO) estima que as emissões diretas da produção de carne correspondem a 18% do total mundial de emissões de gases do efeito estufa", disse à BBC.
"…

Alimentos têm efeitos sobre as funções cerebrais

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Saiba porquê os alimentos que contém proteínas estimulam o cérebro e os carboidratos nos deixam mais lentos e preguiçosos
Os alimentos têm efeitos sobre as funções cerebrais, podendo estimulá-las ou acalmá-las. Assim, o estado de alerta, o grau de energia e a qualidade da memória podem ser determinados pela alimentação. Da mesma forma, estados como depressão, agressividade, ansiedade e letargia podem estar associados ao que se ingere.
Deficiências de certos nutrientes, mesmo que pequenas, podem favorecer a lentidão das ondas cerebrais. Os alimentos ajudam a produzir neurotransmissores cerebrais como serotonina, dopamina e norepinefrina. Alimentos portadores de triptofano produzem serotonina e os que contêm tirosina evoluem para dopamina, os quais ativam o cérebro determinando rapidez de ação.
Os carboidratos favorecem a lentidão cerebral e as proteínas estimulam a condução nervosa do cérebro. A gordura, por exemplo, também é calmante, pois demora muito a ser digerida. Já os vegetais fol…

Parte ‘boa’ da maconha controla fobia e psicose

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O canabidiol, nome de uma substância isolada da maconha (cannabis sativa) demonstrou funcionar eficientemente no controle da ansiedade em geral e da ansiedade patológica, tanto em animais como em seres humanos. A informação foi confirmada pelo grupo de pesquisadores da USP de Ribeirão Preto, que lidera mundialmente as investigações com o uso medicinal do canabidiol em transtornos psiquiátricos. A mesma substância demonstrou controlar também distúrbios psicóticos.
O canabidiol, que tem efeito neuroprotetor e antioxidante, parece ter potencial de ajudar no tratamento de doenças degenerativas. Mas não funcionou em pacientes com sintomas do transtorno bipolar, doença antigamente denominada como psicose maníaco-depressiva (PMD). Em animais, demonstrou efeitos antidepressivos e anticonvulsivantes.
Com o uso da ressonância magnética funcional e tomografia por emissão de pósitrom, sofisticadas técnicas de neuroimagem, foi possível saber que o canabidiol age no cérebro nas mesmas áreas ligadas …

Estudo diz que gene é um dos responsáveis por infidelidade masculina

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Um estudo do Instituto Karolinska de Estocolmo afirma que um dos culpados pela infidelidade dos homens é um gene, o alelo 334, que administra a vasopressina, hormônio que se reproduz naturalmente através, por exemplo, dos orgasmos.
Desta forma, os homens que possuem esta variante do gene dificilmente conseguiriam manter uma relação estável, diz o estudo dos cientistas suecos divulgado ontem.
Para os infiéis que sempre buscam uma desculpa, o estudo pode levar a uma razão científica para este comportamento: "Amor, a culpa é do alelo".
O alelo 334 é o responsável pelo receptor da arginina-vasopressina (AVP), um hormônio que está presente no cérebro da maior parte dos mamíferos, diz esta pesquisa.
A descoberta é importante, pois "é a primeira vez que se associa o variante de um gene específico à forma como os homens se comportam com seus parceiros", explicou à Agência Efe Hasse Walum, do Departamento de Epidemiologia Médica e Bioestatística do Karolinska e um dos responsá…

Menor nível de serotonina no sangue, maior tristeza nos dias

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Se, quando a temperatura baixa e os dias ficam mais escuros, você não tem tanta vontade assim de sair e sente-se um pouco mais triste que o normal, não se preocupe. É tudo culpa da serotonina.
Pesquisadores da Universidade de Toronto, no Canadá, demonstraram, através de uma prova de imagem, como a circulação dos níveis de serotonina decrescem com a queda das folhas, assim como o nosso estado de ânimo.
As conclusões da equipe liderada pelos médicos Nicole Praschak-Rieder e Matthaeus Willeit, do Centro de Saúde Mental da universidade canadense, afirmam que a chave para entender a mudança de humor está na adesão da serotonina aos neurotransmissores nas distintas áreas do cérebro. Quanto maior o potencial de adesão da serotonina, menor quantidade circula pelo cérebro, o que gera uma baixa no estado de ânimo.
A serotonina é um neurotransmissor do sistema nervoso central que desempenha um papel muito importante no que tange ao ânimo, à ansiedade, à dor e ao comportamento sexual. Os baixos nív…

Ser bem humorado é também uma escolha

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Você conhece alguém que é pessimista, o tempo todo? O tipo de sujeito para quem nada está bom e vive dizendo que a coisa está feia e vai piorar? E aquele outro que está sempre de mau humor, cara amarrada, que só falta lhe responder, quando você chega de manhã no trabalho e o cumprimenta, com um sorriso:
- Bom dia, por quê?
E vai dizer que não se lembra de uma colega que é ansiosa até dizer chega? Que fica sofrendo por antecipação pelas coisas, rói as unhas, fica com tique nervoso, fala pelos cotovelos e quase estraga o passeio ou o fim de semana da turma ou família porque simplesmente não pára de falar no que a aflige?
Pois é, quase todo mundo conhece gente assim. Que é negativa (alguns até parecem que andam com aquela nuvenzinha negra sobre a cabeça, que nem personagem de desenho animado!) vive emburrada ou numa ansiedade extrema, tóxica. Talvez, você próprio esteja um pouco assim, ainda que sem querer ou perceber.
Acontece que nossas atitudes, nosso humor e estado de espírito têm um pe…

Um novo olhar para o ensino de música nas escolas

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Uma algazarra infantil na sala do 4º ano calava o som do alfabeto, repetido à exaustão pela professora. "O ano estava no fim quando vimos que os alunos precisavam de reforço. Métodos tradicionais de alfabetização não funcionavam, as crianças estavam agressivas", diz a educadora Isa Stavracas, da E.E.Professor Joaquim Torres Santiago, na zona leste de São Paulo.
Um rádio virou instrumento pedagógico naquele 4ª ano como medida de emergência. "Para que recuperassem o interesse propus uma alfabetização por meio das músicas", lembra Isa. Bem-sucedida, a empreitada subsidiou uma pesquisa aprofundada sobre o tema, documentada na dissertação de mestrado "O Papel da Música na Educação Infantil", deste ano. O momento não poderia ser mais oportuno para o assunto: o Governo acaba de decretar o retorno da educação musical à grade curricular do ensino público.
Isa lembra que usar música como recurso pedagógico eventual é diferente de criar um processo de musicalização q…