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Ausência do pai pode comprometer saúde da criança

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o que revelam pesquisas recentes. A presença da figura paterna ajuda a
afastar problemas como a obesidade e uma série de transtornos psicológicos
Quem nunca presenciou uma cena como a que sugere a da foto ao lado? Imerso
na leitura do jornal, o pai ignora solenemente o filho, que suplica por
alguns momentos de atenção. Frustrada com a rejeição paterna — que remédio?
—, a criança se retira e vai brincar sozinha ou com algum amiguinho. Se isso
acontece uma vez ou outra, nenhum problema. Agora, caso vire rotina, ela
pode levar para a vida adulta uma série de transtornos psicológicos.
A curtíssimo prazo, ou seja, ainda na infância, esse distanciamento acaba
até mesmo afetando a saúde do pequeno enjeitado. Vamos abrir mão de
preconceitos: as mães também podem assumir essa postura de pouco caso.
Mas o que você vai ler aqui são revelações que focam a figura do pai.
Um deles vem do outro lado do mundo. A pediatra Melissa Wake, do Royal
Children's Hospital, em Melbourne, na Austrália, acaba de realiza…

El cerebro prioriza el estímulo emocional en caso de peligro

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El cerebro humano procesa de manera más rápida y eficaz los estímulos emocionales en situaciones de peligro porque éstas activan información básica para la supervivencia, según una investigación dirigida por el profesor Carles Escera, de la Facultad de Psicología de la Universidad de Barcelona (UB).
EFE Los resultados de la investigación aparecen publicados en un artículo en la revista "Cerebral Cortex", firmado por la profesora de esta misma facultad Judith Domínguez-Borras, junto a otros expertos de la Universidad de Bremen (Alemania), según ha informado hoy la UB.
El estudio describe cómo procesa el cerebro los efectos de la emoción sobre la atención cognitiva y concluye que los estímulos emocionales son los captados con más rapidez y eficacia, frente a los no emocionales, como puede ser un efecto visual.
"Los estímulos emocionales tienen una prioridad absoluta, tanto de signo positivo como negativo, porque ponen en juego información básica para la supervivencia", …

A arte clínica da música

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“Musicoterapia é a utilização da música e/ou de seus elementos (som, ritmo, melodia e harmonia), por um terapeuta qualificado, com objetivo de facilitar e promover comunicação, relacionamento, aprendizado, mobilização, expressão, organização entre outros objetivos terapêuticos relevantes, buscando atender às necessidades físicas, mentais, sociais e cognitivas”. (Federação Mundial de Musicoterapia)
Ao falar em Musicoterapia, logo vem a pergunta: Como funciona esse método terapêutico? – É aula de música? Canta-se, toca-se para o paciente? Como é que se dá esse processo?
Inicialmente, deixaremos bem claro que a Musicoterapia não é aula de música e nem apenas uma forma de atuação onde o terapeuta canta e toca com o paciente.
O Musicoterapeuta é um profissional qualificado que cursa quatro anos de graduação e se aprimora tanto na parte clínica, quanto na parte musical, que é utilizada como instrumento de trabalho por esse profissional. O estudante de Musicoterapia tem aulas de música (percepç…

Cores que alteram a cognição

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Que cores usar em logomarcas, embalagens ou estabelecimentos para conquistar mais clientes? A questão é constante preocupação entre profissionais de propaganda e marketing. Para a psicologia cognitiva, o assunto não é tão simples. Não é possível dizer, de modo geral, que tal cor influencia tal habilidade cognitiva porque, como indica uma pesquisa que acaba de ser publicada na revista Science, tudo depende da natureza da tarefa.
Pesquisadores da Universidade da Columbia Britânica, Canadá, se debruçaram sobre duas cores: o vermelho e o azul. Eles avaliaram o desempenho de cerca de 600 voluntários em seis testes cognitivos que exigiam atenção aos detalhes e criatividade, sendo que a maioria deles foi realizada no computador. Os resultados mostraram que o vermelho melhorou a performance nos testes orientados a detalhe, por exemplo, a revisão de textos. Já o azul estimulou a criatividade dos participantes na resolução de problemas.
Os autores explicam que essas variações são causadas por mo…

Memória “intuitiva”é mais precisa que a consciente

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Às vezes agimos por intuição, sem saber explicar o que nos levou a tomar esta ou aquela decisão, e talvez por isso, valorizamos mais nossas escolhas conscientes, aquelas que estão baseadas em memórias explícitas. Mas, um estudo que acaba de ser publicado na revista Nature Neuroscience mostra que a memória implícita, aquela que usamos sem nos darmos conta (para dirigir um carro ou amarrar os sapatos, por exemplo) pode ser mais confiável.Pesquisadores da Northwestern University em Evanston, no estado de Illinois, submeteram 12 pessoas a dois testes visuais e de evocação de memória. No primeiro, elas viam algumas imagens caleidoscópicas e eram instruídas a memorizá-las, para depois apontá-las numa segunda apresentação, em meio a outras imagens. No segundo teste, a tarefa era basicamente a mesma, exceto pelo fato de que, durante a exibição de cada imagem, os voluntários ouviam um número e eram orientados a prestar atenção nele, pois essa informação seria importante no teste subseqüente (o…

O estresse que adoece e mata

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O estresse ou stress é um grande fator de risco para doenças já bem estudado pela Medicina moderna , embora seja inerente à evolução das espécies e ao homem desde os seus primórdios. Raras noções folclóricas gozam de tanta popularidade como a que atribui uma morte súbita ou um ataque cardíaco a um choque emocional, medo, raiva, dor, humilhação, tristeza ou alegria excessiva. A expressão popular “morrer de raiva” (metáfora) ocorre literalmente na Medicina. Muitas pessoas, frente a um grande desgosto, ira excessiva, depressão, morrem de coração (infarto, síndrome do coração partido, arritmias malignas). Hoje, a Medicina e a investigação científica comprovam os mecanismos e vias potenciais envolvidos nesse processo. Estudiosos ressaltam que o estresse como um conceito psicológico tem sido usado não só com referência a condições ambientais ou psicossociais extremas como também um substituto para o que se poderia denominar ansiedade, conflito, frustração, ameaça ao ego ou à segurança.
No s…

‘Eu boto as mãos no fogo por meu filho’

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Pai de acusado de tráfico de drogas ataca a polícia e diz que rapaz fuma maconha em casa desde os 14 anos
Rio - “Ele fuma maconha desde os 14 anos. Qual é o problema? Vai ser preso por causa disso? Fuma dentro de casa, eu aceito e dou a maior força”. A naturalidade para explicar o comportamento de Henrique Dornelles Forni, o Greg, 25 anos — preso quarta-feira acusado de participar de esquema de tráfico de drogas sintéticas e de controlar bocas-de-fumo em uma favela — é do seu próprio pai, o publicitário Paulo de Tarso Forni, 58. Irritado com a Polícia Federal (PF), que prendeu 55 pessoas de duas quadrilhas que se articulavam, ele desabafa e classifica como “circo” a ação que pôs o filho atrás das grades, no Presídio Ary Franco, em Água Santa.
“Meus filhos foram muito bem criados. Por isso estou defendendo. Henrique é um campeão. Boto as minhas duas mãos no fogo por ele”, indigna-se o pai por não ter acesso às acusações contra o filho e por considerar arbitrária a conduta de agentes no d…

Terapia hormonal é maléfica ao cérebro

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Algumas formas de terapia de reposição hormonal (TRH) podem encolher levemente o cérebro de mulheres na pós-menopausa, sugeriu um estudo americano. As descobertas podem ajudar a explicar trabalhos anteriores que relacionam a TRH com o aumento dos riscos de perda de memória e demência.
Uma equipe liderada por pesquisadores da Wake Forest University analisaram scans de cérebros de 1.400 mulheres idosas, de 71 a 89 anos, que participavam do início de uma TRH.
Mas especialistas britânicos disseram que o estudo publicado na Neurology teve falhas.
– Nossas descobertas sugerem que a terapia hormonal em mulheres idosas pós-menopausa têm um efeito negativo nas estruturas do cérebro importantes na manutenção do funcionamento normal da memória – informou Susan Resnick, do Instituto Nacional de Envelhecimento dos Estados Unidos.
Um número significativo de mulheres toma hormônios para reduzir os desagradáveis sintomas da menopausa, como calor, mudanças de humor, e enfraquecimento dos ossos.
Porém, a pe…

Ciberbullying: quando a criança é o agressor

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Sônia Costa Pereira, diretora do Instituto Educacional Stagium, em Diadema (SP).
O velho costume de tirar sarro de um colega ganha contornos mais graves na rede. Saiba como combater
Em qualquer escola, sempre existiu aquele aluno que vira o centro das atenções pelos piores motivos. Só por ser gordinho, ou muito estudioso, ou muito tímido, ou por ter um nariz meio grande, ganhava apelidos pejorativos, tomava lanche sozinho, era perseguido na saída. Agora, as brincadeiras de mau gosto ganharam novas proporções. Às vezes, exageradas. Em vez de recreio e saída, os xingamentos podem vir a qualquer hora, por mensagem de celular, emails destinados a dezenas de colegas e até páginas de internet dedicadas ao coitado. Fotos digitais adulteradas são usadas para denegrir sua imagem, e mesmo a distância o efeito é instantâneo: em pouco tempo sabe-se lá quantos internautas já terão visto e repassado a ofensa? Isso é o chamado cyberbullying, uma das principais preocupações atuais de quem estuda o comp…

La pedagogía cambia en el siglo XXI

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La catedrática Dalia Noboa, durante la exposición del tema Trabajo en el aula por competencias.
La necesidad de atender a las necesidades intelectuales, físicas y afectivas de niños y adolescentes estudiantes pertenecientes al sistema educativo nacional hizo posible se dictara el primer Seminario Internacional de Pedagogía conceptual y competencias, el cual busca cambios hacia la educación del siglo XXI. El evento culminó ayer en el teatro de la Universidad Politécnica Salesiana, sede Cuenca.
Cuenca. Organizado por directivos de la unidad educativa Oblatas de esta ciudad, el seminario tuvo la presencia de 444 educadores de Azogues, Cuenca, Girón, La Troncal, Loja, Paute y Zhumir, según María Eulalia Orellana, secretaria de la institución que celebra el pregón por los 50 años de servicio a la región.
Para Irina Alcívar, asesora pedagógica de la unidad educativa de la Fuerza Aérea Ecuatoriana, FAE, “los educadores tenemos que cambiar procesos caducos que no van con las necesidades reales …